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Minha Vida de Pintor / IV

 
Fácil, bom, belo seria dizer que não tenho a menor idéia do que seja a Pintura. Só sei que as melhores pinturas são feitas com duas pinceladas no máximo, e nada existe de já feito e pronto nem na Pintura nem na arte de fazer a arte, a verdadeira arte. Se nem as cores existem, o que dizer de um preconceito de cor, de forma, de todas estas coisas que talvez também nem existam, como a perspectiva, a composição... em verdade só a harmonia existe, ainda que hoje seja um conceito muito impregnado de criacionismo, em verdade só a verdade que vem a ser o fenômeno pintado, existe - a vida que surpreende o próprio criador inverossímel, e se impõe, com todas as cores, cores feitas por ele, o sábio homem artista. Não. Jamais quis saber das cores que se tintam quando se misturam mecanicamente umas às outras. Tudo, na sua magnitude e pequenês, continha todas as cores... se a vida, a arte, existisse. De modo que outro dia, explicando a um crítico o tipo de pintor que eu era, disse que era excêntrico, na boa tradição oriental, ou seja, loucos, padres, sátiros, escritores e aventureiros que um belo dia começavam a pintar -, e eram capazes de formar escola. Assim, diria, caso os encontrasse: somos os três maiores pintores da nossa época, você (Pablo Picasso) no gênero egípcio, Henri Rousseau no gênero moderno, e eu no gênero pessoal. A pessoalidade, eis aí a pintura. araripista. Pintura difícil, diga-se, pois a boa pintura é fácil de fazer e todo mundo entende, mesmo que seja inimaginável, pois a arte é a arte de fazer a arte, e tem por fim a beleza (que pode nascer da morte e do feio, inclusive) , e onde nem sempre o belo é belo, pois o Belo consiste na grande desordem do pequeno, assim como na pequena ordem da grandeza. É o artista, portanto, o mais belo dos homens (junto ao jardineiro e o poeta). Sendo Fídias pode e deve roubar, pois estaria purificando o dinheiro. Eis a missão do artista: purificar o dinheiro. E aí a grande importância da Pintura, que é o verdadeiro dinheiro. Assim, pinto como um falsário faria notas falsas, só que verdadeiras. Ora, o Belo é necessário e útil e nem sempre o intelecto justifica o Belo. A beleza tem a verdade da beleza, pois. Uma boa pintura vê-se num átimo de segundo, quando começa a viver e a cor do inexistente brilha, vivente. Não, nada que não seja Belo poderá ser prático. Oscar Araripe nos ensina que a Beleza é leve, alegre e radiosa (Gustavo Praça, 1986 ). É privilégios prodigioso da arte que o triste artisticamente expresso se torne alegre, e que o radioso encha o ser da alegria calma (Oscar Araripe, 2006).
Mato / Itatiaias / Mirantão / anos 80
Enfim, eu não sei o que é a beleza, porque está em muitas coisas e na coisa nenhuma. Quando cheguei em Minas e muito antes disso,  a pintura estava escura, dramática, fatalista, conservadora -, talvez quisessem dizer que a Conjura Mineira tinha dado errado e que ali, naquelas entranhas da cultura brasileira, a liberdade era algo diáfano e muito perigoso, sendo melhor acreditar que o destino se abateria sobre todas tentativas de volúpias de todos os barrocos sonhados. Não sou alegre nem sou triste, sou pintor - pinto paisagens que serão e que imediatamente são, quando por sobre elas assino meu nome. Feliz o pintor que assina sobre Guignard, sobre Inimá, Marcier, Renina Katz, Percy Lau...
Bem, há quem diga, como eu, embora não sendo pintores, que as cores não existem. Existiria sim a luz, os cristais, o hálito que penetra as nuvens. Pois bem, que o universo se insinue em outros universos e mesmo que isto seja sem fim, tudo bem. Nada mais lógico. Extraordinário é ser tudo colorido e sem cor nenhuma. Quanto mais pequeno ou grande (se é que isto existe) menos cor. Mas é aí que se encontram as mais belas cores, as mais raras e mais pessoais. Convenção humana, bem mais antiga do que a palavra, a cor é  mais nova que a visão. A visão. Eu nasci com a visão, sei naturalmente onde o Belo e a arte. Outro dia li que um jovem pintor  tinha escrito: "Isto é Arte? Arte é isto”. Ora, arte não é isto, isto não é arte. Está claro que como disse Donald Judd : "se alguém chama isto de arte, então é arte”. Mas, pode não ser arte. Geralmente não é. A arte é mensurável. Errou também Jan Dibbets ao dizer que " A Arte é a arte” , pois a Arte pode apenas se insinuar como tal, não sendo arte; antes, ainda faltaria a vida para ser arte, pois o fim da Arte é a Arte. O objetivo (se é que existe) da Arte não é a invenção de grossas mentiras ou a descoberta de belas inverdades, como queria Federico Zuccari, e sim a própria arte. Assim a arte objetiva a Arte. Inventor, profissional da verdade irrevelada, o artista revela o substancial, o essencial, o invisível mundo da vida, o ânimo que a tudo move, mata e faz nascer. Dir-se-ia o artista uma borboleta. Rara arte, mais rara que a matéria. Pode tudo, deseja tudo e diz tudo. E é tudo escrita. Portanto, a arte é a Pintura e o que faço é Pintura. Mas, faço vida, dinheiro verdadeiro, enquanto o homem, não o Homem, mas este homem, não é a arte. Quero, desejo, uma arte solidária e pessoal, eternamente humana. Uma arte que seja uma janela para o mundo da arte, que comece em fissão nuclear e acabe num suspiro de rosas. Arte invisível, ainda mais silenciosa que uma boa tela, enterrada no meu coração, onde aí começa a arte. Não se trata de uma iniciação aos mistérios da vida e sim de exercer a única profissão possível, já que o jardineiro pode ser artista e o poeta o é.
Rio dos Coqueiros/ Itatiaias / Mirantão / Minas Gerais / anos 80
Eis a noite das origens. E que de pouco me valeram. Valeu-me mais ver a faina das formigas, o saber que aqui a Terra, o gosto da vida feliz e a alegria dos grandes feitos humanos. Como quase a totalidade da minha geração fui um menino americano, dos heróis americanos, heróis coloridos, e minhas musas se escondiam nas palmas das palmeiras, onde eu havia nascido, bisneto de José de Alencar. Ali, entre o arruinado palácio da Quinta da Boa Vista e o antigo portão do Colégio Militar, na Tijuca. Muito embora ali tenha vivido pouco, não mais de três ou quatro anos tudo somado, pois era a casa dos meus avós, e dali  guardo lembranças irremovíveis, moldes de vidas que sem bem o saber eu formava. Ali, naquela calçada da Comandante Pratt, na Tijuca, eu me tornei pacifista. Havia ganhado de papai um revólver de pólvora, colt 45, de brinquedo, anos antes de ser presenteado também por ele com uma espingarda de chumbinho. Naquela tenra idade eu já era um terror inconseqüente, pois fabricava flechas de bambu e canudos com alfinete que atirava ou zarabatanava nas pessoas, nos meninos vizinhos, principalmente. Ali, portanto, um dia, deixei cair no chão de paralelepípedos o tal revólver que quebrou e se revelou de brinquedo, e eu então ato contínuo acusei a uma menina que brincava comigo pela perda irreparável, pela revelação da fragilidade da minha fantasia. Ora, ali estavam as guerras - e um tempo depois, já no Encantado, matei uma rolinha no ninho, com três filhotes recém nascidos. Aproximei-me furbo, por baixo, encostei o cano no ninho e puxei o gatilho. O crime me marcou, para sempre. Jamais o esqueci, e assim como posso dizer que cheguei à pintura através da escritura, digo que me tornei pacifista através deste crime. Ou seja, isto sim foram minhas aulas de pintura, pois tudo que serve para a pintura serve para a vida, e vice-versa. E assim, tudo somado, fui percebendo a natureza das flores, fui podendo conversar com os pés de morango, ver os objetos no céu e ser extravagante como uma estrela. Ora, isto me custou muitos dissabores. Forças extraordinárias se aliaram naturalmente contra mim, o meu texto, a minha pintura, aliás, uma pintura aceita por quase todos, exceto por alguns oligarcas da pintura oficial, pois é claro que existem os que não olham ou me olham preconceituadamente - pois o olhar, assim como o pintar, é um talento. Pode-se até aprender alguma coisa na escola mas é perigoso. Só a arte, e na vida a natureza, é mestra. Daí uma paisagem dever mostrar a natureza como ela deveria ser. Dar paisagens novas à natureza, por vida na vida, anima no mundo, eis aí outra missão que logo percebi, isto é, sabia sem o saber, mas o bastante para bastar-me virtuoso e capaz de virtualidades. E assim, aprendi a linha soltando pipas, calculei os espaços correndo atrás de balões e pipas fugidias...e de modo que quando conheci a pintura arcaica brasileira, a paisagem chinesa, os bichos persas, as figuras gregas, a escrita egípcia, a vida francesa, a luz flamenga e a emoção espanhola, muitos, muitos anos depois, foi como se abrisse o olho num quarto que já conhecia, tal a familiaridade e o pertencenimento que me suscitaram.
Serra do Papagaio / Itatiaias / Mirantão / anos 80.
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