Oscar Araripe
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Minha Vida de Pintor / XIII

Tenho bons amigos pintores, artistas em geral, de que vos falarei mais tarde, mas gosto especialmente dos banqueiros, dos príncipes e dos papas, ainda que hoje sejam todos raros -,  os banqueiros são bancários, alguns até terceirizados, e os príncipes sumiram, temos o Charles, mas... e o das Astúrias, que venho namorando há anos -, bem, os papas tornaram-se cardeais, cardeais banqueiros, ou bancários-cardinalícios, não sei bem, pois todos fazem parte do mundo secreto da mediocracia exclusivista.
De modo que meu avô Oscar, Oscar de Alencar Araripe, o livreiro -,  foi o primeiro a abrir uma livraria em Fortaleza, adorava mungunzá com farinha, miscisgenado no Ceará, chegou no Rio numa jangada de um galego-espanhol rachado, mas "por entero” e que numa várzea de alelis do Cariri encontrou os alencarinos lábios de mel de Iracema, que era de Ipu e usava tomar banho três vezes por dia.
 
A Praia do Coqueiro / Ceará / 2003
 Bem, disse-lhe estar apaixonado, já no quarto do hotel, em Roma, e assim de pronto, confidenciei-lhe adorar as virgens. Virgens, não viagens - sublinhei. Mas ela não.se importou. La Zarzuela me lembrava a Chapada do Araripe, velhas árvores plantadas pelos príncipes, pela natureza, árvores que deixavam ver o sol e sopravam ventos chorosos, pacíficos, lânguidos. Rapidamente consertamos que devíamos atrair o Príncipe das Astúrias para uma busca e aquisição de fósseis do Araripe, navegá-lo pelo arcaico mar de peixes de pedra, cemiterial e cretáceo, velho cemitério de todas as humanidades, belíssimo, ali erguido naquela chapada de areia branca, imensa e rasa, cheia de águas mineralizadas, quase inorgânicas. Com certeza sabíamos que sem o apoio (naquela época os artistas estavam começando a viver de apoios), digo, do Reino da Espanha, dificilmente conseguiríamos que England nos devolvesse os mármores do Parthenon. Sim, digo os mármores porque não foram só as frisas. Outros mármores também, o dos deuses, inclusive, foram guardados em London por aqueles emplumados ladrões. Grandes ladrões de Elgin. Contudo, ao tempo que eu e Melina os exigíamos, admirava aquele ladrão majestático de beleza e tanta história para purificar. Com certeza se o encontrasse o convenceria a purificar conosco os mármores roubados. Pois. O Príncipe haveria de nos apoiar. Dias antes, por acaso numa festa em Fez, o Rei do Marrocos me disse que por ele pouco importava e que decidisse o Rei da Espanha. Philipe, o Belo, nada mal. Então, lembrei-me de uma máxima usada aqui em Tiradentes, Minas Gerais, pelo Padre Ademir, um marianista verdadeiramente de Maria, que dizia que pedindo ao filho o pai e a mãe atendem. E, aspirando daquele ar fresco da tarde escorial, completei: um dia ainda pintarei La Zarzuela. E a beijei variegadas vezes. Pois no fundo queria que aceitasse meu convite para visitar o Crato e Jardim, Exu e Juazeiro -, e o Povoado do Araripe, a Fazenda Caiçara, onde nasceu minha avó Bárbara de Alencar, heroína do Ceará, mulher bondosa. Maravilhosa, talvez até santa, pois seu grande milagre foi ela mesma ter surgido naquele fim de mundo de vacas sofridas e duros campos de algodão.
Iracema no Ipu / Ceará / 2003
Um dia , vendo um crepúsculo no Arpoador (naquela época o Brasil era Ipanema. Hoje Ipanema está explodida por todo o mundo, por vários grotões do Brasil). Bem, eu disse a Jules Dassin que o erro de Hollywood tinha sido o beijo único. E que ele sabia disto, pois conhecia certamente bem melhor do que eu aquela boca inacreditável-, e que o amor mesmo, diante daquela boca, seria insaciável de beijos. Beijos, muitos beijos num banco de La Zarzuela eu faria com ela, ali naquele jardim inesquecível.
Estranhamente, amigavelmente, e não sei bem porque, JD marcou nosso encontro numa montanha de pedra, maravilhosa, no fundo sul do palácio do Escorial. Ou melhor, sei que sei, mas foi uma grande surpresa, confesso. Eu ali, ela comigo, a uns 100 passos deles, de toda a família real. Certamente haveria alguns ministros para entregar cópias da nossa petição. Era a hora. E quem conhece o Escorial, por dentro e por fora, de todos os lados, pelas distâncias, como eu, não me deixa mentir,  pois ali numa casinha de pedra confortável, bem hich-tec para os anos 60, passei 1 mês inteiro com ela, eu e ela sozinhos…esperando para dar o tal pulo do gato no pardal do Príncipe -, e, na verdade, torcendo pra que demorasse o encontro, pois aquele era um pretexto de ouro...o Araripe, o Escorial, era tudo de sal e pedra, ou melhor, de pedra e sol.
E enquanto o Príncipe não vinha, faláva-mos da arte. O pintor seria idealmente uma criança com integridade psíquica. Eu jamais vomitaria uma criação. Era na humanidade, na sua essência invisível e visível, que o homem se encontrava com a arte. O que o homem criava, contudo, era a natureza, e toda vez que o pintor foi a natureza, como um calígrafo zen, sua arte viu-se elevada, pois a natureza é sempre diversa e sua essência sempre fica e está ali, aos olhos do artista. Seja o pardal ou o Príncipe das Astúrias. E ficávamos assim, o dia inteiro olhando aquelas pradarias rochosas, até que tive o desejo de pintar Melina,  nua, ou sentada numa daquelas pedras erodidas pelo vento das Astúrias araripinas, talvez olhando o coqueiral de tâmaras deixado pelos mouros ou as palmas das faldas do Araripe, tão longe. Ela grega, eu brasileiro, galego, álano, homem da Eritréia, certamente daria um bom quadro, embora àquela época eu ainda não fosse pintor. Mas, a arte faz a natureza. E esta será invisível. Afinal, a natureza da arte é a sua criação. O pintor pode até imitar a natureza, já por ele feita, a observando,  mas tão somente. Ao pintar deve necessariamente fechar os olhos. É preciso ser a natureza, mesmo que imperfeita. Ela existe sem nós, tudo existe sem nós, exceto a nossa natureza, e esta cria aquela, que é inóspita e mais própria aos astronautas, não os jardineiros, como o pintores. Nas ditaduras, como as dos militares brasileiros e gregos, o artista devia lutar por sua integridade psíquica. Antes da Ditadura, os artistas tinham uma integridade, física e psíquica, uma crença na obra e na certeza de que a arte vinha, entre outros desvendamentos, da própria vida que só ela, aliás, criava. Afirmar que tudo que o homem faz é arte é como acender a fogueira das vaidades e não ver o fogo, a raridade da arte, não passando de antropocentrismo populista oportunista. Sim, devíamos conquistar novas formas, cada vez mais elevadas de democracia, e mudar-lhes o nome....Eu era a favor do governo do Poeta, por exemplo. Anos antes, trancrevera visionadamente o Docodema, esta obra seqüencial, de 100 imagens formando uma só, e que Frederico de Morais, Alberto Beuntemuller, Luis Galdino analisaram tão generosamente. Pois bem, Melina me ouvia atentamente mas confesso que muito do que aqui escrevo aprendi com ela - Melina, que me dizia sempre sim, uma atriz grega de valor, da linhagem de Phidias, o meu ladrão-artista preferido, sabia que a pessoalidade surgia com a liberdade pessoal, e que devíamos pedir ao Principe um apoio sincero, inclusive intelectual e pessoal, para podermos reviver o pensamento personalista, agora pessoalista,  e que hoje, passada a Ditadura, muito mais se necessita, mormente agora quando idéias pós-marcusianas e darwinistas começam a brotar brilhantemente por todo o mundo. A Ditadura deve acabar.
 
O Morro do Araripe / Crato / Ceará / 2003
 
Eu, por exemplo, ainda que líder do Caco e co-criador do Movimento dos Calouros, militante da Ação Popular, etc... em plena Ditadura não fui preso. Irônicamente o fui na Democracia, no tempo do Juscelino, o JK, quando era secundarista no Colégio Pedro II, o mesmo que prendera minha avó Bárbara, seu irmão Leonel e seu filhos Tristão Araripe, herói da Confederação e primeiro presidente republicano no Brasil. Ela, naquelas longas tardes sem nada, senão viver e esperar, faláva-me da sua infância pobre nos Pireus, do discernimento pelo gosto da liberdade e como o teatro, o seu maravilhoso teatro era um palco de arte e de imaginação, tudo somando pela vida, contra os militares (e, infelizmente, Lord Elgin) e pela arte da Grécia. E as novas artes da Grécia. Manhãs, tardes, noites, e nos amávamos e as coisas da Grécia e só não me interessei muito por sua genealogia, pois temia que Mercouri pudesse ser parente de Marcoisos, meu avô, ainda que acredito que não seria nunca o incesto a razão para não nos amarmos. Depois, havia uma espécie de incesto juvenil, artístico e contestador naquela adorável relação natural, e isto só nos dava prazer. Assim, a arte é a melhor política e a pintura é o silêncio. Um silêncio colorido, vá lá. Só ela pode ser mais silenciosa que a natureza e eu não conheço nada mais silencioso na natureza que o silêncio de um quadro. As palavras, quando antecedem à obra, podem ser poéticas, mas só a pintura muda o mundo. Logo, minha arma é o pincel. O estilo e o teclado. Espontaneísmo.  Arte hoje, liberdade até na prisão. De pouco valem as licenças, a arte está na arte -, está na revolução cultural. Está em muitas sensibilidades, mas tem sensibilidade única. Assim - e Melina concordava comigo -, a arte precede à Revolução e o artista hoje e sempre luta com seus pincéis de ouro e antenas de silício contra a cultura dominante, pós-ditadura, esta, estendida e continuada ad nauseam. Pois a arte não é homem, existe na natureza, é um de seus átomos,  algo aprendido ao longo de muitas vicissitudes e prazeres, assim como nós, que a fazemos também e diferentemente. Só a arte muda a cultura. Aqui, o império americano se fazia quebrando a estética do dominado, aqui e lá, diga-se, e a arte naturalmente tinha sempre um sentido político, pois era sabido ser a propaganda a alma do negócio. Portanto, a perda da estética, hoje como nos tempos da ditadura, e desta ditadura continuada, era algo indispensável para acomodar a imaginação e não deixar espaço para o raciocínio. Formas banais de idéias, rígidas e sublinhadas de textos encomendados. A arte, ao contrário, se destina a fundar uma realidade. Preferivelmente, bela. Pois tudo que pode ser feito deve ser feito, e o estado da Arte deve ser a melhor crença do poeta. Imaginem quanta arte não existirá no tempo da Liberdade. É a ideologia sem ideologia, no sentido domelhor e mais belo sistema de idéias. Não, as vítimas não mostram sua arte. Quando a arte é grande se destina às pessoas. No mundo da Pessoa a arte estará finalmente em cada um de nós. Por enquanto, no entanto, o indivíduo não é a pessoa. Daí o valor do Príncipe e de sua ajuda para elucidar toda esta armadilha genética-filosófica, tudo isto, e que é muito simples : o indivíduo pode buscar a arte, mas a pessoa é a Arte. Portanto, quanto mais arte mais política.
 
Águas Belas / Ceará / 2003
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