Oscar Araripe
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Minha Vida de Pintor / XIX

Um tarot picassiano. Não creio. Matissiano. Pudera. Não sou comercial. Mais pareço possuir uma função real, onde os reais me vêem aos bolsos não somente por que os lavo, refino, destilo,  mas por que os vendo vida. Pessoas adoram viver. Ou deveriam, se não tivessem tanto medo da morte. Na minha já longa vida de por tarot para os amigos - os senhores acreditem - jamais vi serenidade em ninguém diante da carta da Morte. Estranhamente, sejam paisagens, flores, marinhas, pessoas ou desenhos animosos, minhas cartas vendem. E mais venderiam se os brasileiros não gastassem tudo que tem comprando carros. Ou lhes discernisse a Cultura, pública, privada e pessoal. Ora, não duvido das coisas paralelas, ou à frente, ou mesmo que as que já passaram por este vale de lágrima  deste homem sapiens mas nem tanto. O tarot é a pintura melhor e mais próxima da literatura. Ele e a entrega arcaica são os melhores caminhos para ter a vida na arte, e até na morte, imagino, pois são como os pilares da arte, quando o passado se ergue como colunas de um templo de Luxor onde, sentadinhos e namorando, puxei apenas uma carta para Melina. Uma só carta, definitiva. Entreguei-lhe o maço de cartas ainda embrulhado numa toalhinha simplória e... veio A Morte! Eu estremeci. Melina nem se moveu. Olhou-me impávida e sem dizer uma palavra, somente com a sua arte de pintar imagens com a face, falou-me da morte e sua plena existência. Era uma câmara arredondada onde o branco já enfraquecido ainda lutava entre a já esmagadora presença do negro. Não tinha nada mas não era calma. E mesmo ali, onde a  única vida já se fora, a arte parecia se impor esfíngica e estringídica -, e asseverou com seu olhar meiguíssimo que aquela escuridão vivente lhe bastava para ter a esperança da vida. Ora, Melina, disse-lhe - eu só quis fazer um tarot com a imagem do nosso tempo, que fosse espontaneísta (você mesmo interpretaria as cartas e assim poderia deixá-las) - e bem distante das imagens culturais existentes, tipo egípcio, de Marseilles, Cigano, da Cabala, etc. ora, era um tarot araripista.
Uma tarde pus umas cartas para La Violetera, em Oviedo. Foi um jogo muito bonito. Cheirava a rosas. O Louco e a Torre. E ali ela, transformando as torres em confete e se deixando inteira em meus braços. Louco, eu jamais tive medo ou ciúme. Hoje tremeria só em pensar perdê-la, e não a deixaria olhar para nenhum outro homem. Sorte ser recíproco. M. jamais me falou dele. Uma vez, em Paris, chez elle, JD e eu conversamos sobre o Brasil, rapidamente, é claro. Disse-lhe que breve (depois da Big Sharing) os homens "passariam” pelas mulheres. Ele confessou-se monogâmico, pois gostava mais de cinema. Eu tinha 22 anos. Só pensava em sexo com poder, como soe acontecer, mas, mesmo príaco, frequentava os museus, ia às músicas onde lá as estivessem, gostava de tudo dourado (Midas eu, o dourador), do cinema e, mais que tudo, amava o teatro. Ora, disse-lhe, cavaleiro, amávamos demais o teatro para nos perdermos em tertúlias sobre o amor e a morte. Nosso amor jamais morreria - disse-lhe.  A pessoa daquela boca, a tarde primaveril, tudo concorria, enfim, o tempo parou e o Príncipe nunca chegou. Pra nosso deleite de lábios finos.
O Alto da Santíssima / Tiradentes / 2006
Lembro-me que passeávamos nos jardins de La Zarzuela enquanto JD ia a Bruxelas e que teríamos a casa e o fim de semana só para nós. Acabávamos de deixá-lo no aeroporto. Ele perguntou se eu tinha dinheiro. Disse-lhe que pouco e ele me passou 500 francos, e me deu o telefone de onde estaria. Foi o meu mais belo dinheiro purificado. E assim sentamo-nos ali num banco daquele jardim onde brincou Felipe, o Belo, nada mal,  e a Rainha Isabel tomou conta de seus netos, e estes dos bisnetos e tataranetos, até o Príncipe das Astúrias e, qual dois pombinhos namorando, ficamos ali, até que apareceu La Violetera, a minha passionara. Comprei-lhe um raminho de muguet e dei-lhe um prolongado beijo (de garoto). Beijos e flores para a minha florista incendiária - curvei-me, dizendo-lhe. Bem, ela então disse chamar-se La Violetera - e até pediu que a tratasse assim: La Violetera. Linda, e também lorquiana, shakesperiana, thecoviana, estudara no Old Vic, de Londres e fora a artista mais bonita do nosso cinema até encontrar-se com o teatro, onde representou esplendidamente a Blanche du Bois, de Tennessee Willians, a Ofélia de Hamlet e a Medeia de Eurípides e Sartre, entre outras e outros grandes papéis, e direções inesquecíveis, como a da adaptação do Romanceiro da Inconfidência, de sua mãe, a grande poeta Cecília Meireles, que fiz.
O Chafariz de Tiradentes / 2006
...E com esta linda mulher, dona de todas as doçuras do mundo fiquei a sós por cinco anos. E por dois dias num apartamento muito bonito, no canal de Saint Martin, de onde nem mesmo saímos para tomar um choque com malte escocês, num pub que gostávamos, bem em frente ao Sena, já na Rive Gauche, ponte de San Michel. Além do chope maravilhoso tinham ótimos cogumelos, e La Violetera adorava cogumelos. La Violetera, La Passionara, Melina - meu coração balançava. Minto, saímos sim, uma noite. Inesquecível. Tomamos vinho com pão e funghi passado no extra-virgem, que era a melhor prato do Massino e Mino, na Praça del Pasquino. Ela gostava de falar de Sófocles. Dizia que se deixaria picar por uma cobra venenosa no próprio seio a ter que ver a sua Grécia em tanta obscuridade. Histórias da Grécia, vindas do Egito.
O fato é que a amei como pude, mal amante que era e que sabia que a iria perdê-la, pois como ganhar uma mulher daquelas? Filha do Rei, a Maior Atriz do Mundo, Mãe da Independência e da República do Brasil. Mas, mesmo assim, eu a amei como ninguém. E jamais a tive como uma outra conquista, antes, Melina me conquistou, como já disse, já ao telefone. JD, porém, me intrigava. Bobo que era, eu no lugar dele, me teria suicidado. Mas, ao contrário, jamais me foi hostil.
E vá-se lá entender um cineasta francês…!
Panorâmica de Tiradentes / 2006
 
Verde, preto e azul -, eis aí as cores da Serra de São José de Tiradentes. Eu devia pintar como poeta nos tempos que inventasse. Seríamos nós, enfim, os artistas, a nossa época - e era a arte que segurava o tempo. Meu pincel, minha espada. Minha arte, o conteúdo a revolta. Eu devia ter sido de direita, teria usado as camisas coloridas de que tanto gosto e hoje seria de esquerda. Seria - e sou, o barroco radioso, a alegria solar, o Brasil essencial e plural. Realista, sou araripista. E assim como o modernismo é o indivíduo, o pessoalismo é a Pessoa. Seria a pessoa a arte do Século XXI. E seria formal e informal, teria a ordem e a desordem, a determinação e o acaso e não teria ambiguidade nenhuma. O impressionismo deve ceder à pessoa do pintor, ao impressionante. Isto. Quando algo é muito pequeno ou muito grande estamos no "abstrato” (que hoje prefiro chamar de "subjetivo"). A figuração tem a altura humana. As palavras, por mais sonoras e justas que sejam  falam ainda menos quando se referem às pinturas. O pop é o concreto. Seria um jarro de flor e, revolução em pintura, há de ser sempre pintar um novo jarro (ou jarra) de flores. Ora, a arte precede ao conceito. Em toda boa arte existe conceito. Mas jamais um conceito pode ser uma obra de arte. Um pintor é o hoje, o ontem e o amanhã. Anteontem não existia a pintura. Se a obra é ruim o crítico é ruim. Dali é uma bela bobagem. Gaudi... um pouco melhor. Picasso é erotismo. Belíssimos, diga-se. Ponto. Matisse foi o melhor de todos, mas pensou demais. Monet deveria ter sido um pouco mais cego. Manet foi brilhante, pena não ter conhecido a tinta acrílica. Van Gogh é de longe quem tem mais a vida, pena não ter conhecido a vela náutica sintética de poliéster. Utamaro tinha muita (e belíssima) linha e Okusai tinha muita (e belíssima) transparência. Rembrandt foi quem melhor apreendeu a mascarada substância humana. Dufy, o melhor dos melhores, deveria ter vivido no Brasil, a terra das palmeiras. Tive ereção diante do David de Michelangelo e da Nascita de Venere, de Botticelli. Mondrian era um pintor comprometido. Portinari não pode desenvolver sua belíssima graça infantil por causa do Partido Comunista e Guignard foi belo sem ser belo, foi lírico. Já Tarsila é bela sendo bela e Modigliani reencarna a cada 100 anos em pequenas cidades do mundo, em algum homem bom e de coração propício. Sou pintor feliz, radioso e alegre, como Fra Angélico.
Flores com Matriz de Tiradentes / 2006
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