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Minha Vida de Pintor / XVI

Se tudo é escrita, a pintura é a mais bela arte. A mais rara. E a arte, há de se notar, é ainda mais rara que a matéria. Pois ainda que muita, a matéria é pouca, muito pouca no universo. De modo que me agrada muitíssimo, hoje em dia, esta possibilidade de um governo de uma minoria, um governo extravagante. Minorias como estrelas, digo. Estrelas extravagantes. Aliás, grandes bostas resultaram esta democracia das maiorias, onde minorias mais ou menos camufladas fazem o que querem com as maiorias. Bom seria o governo de uma só pessoa. O governo do Poeta, o Docodema. O Governo da Ave, o Governo do Pavão. Lá, no Brasil paradisíaco, imensamente infernal, eu vivia vestido de dourado, pois que em outro país haveria um governo do poeta? Ora, todos os países poderiam e deveriam ser governados por poetas, preferivelmente poetas jardineiros, pois findo os países surgirão as pessoas, e é quando a pintura conhecerá o seu verdadeiro século de ouro, ainda mais dourado que o de Rembrandt, onde só ele percebia um algo mais na pintura e que os homens, ainda que o dissimulassem, possuíam pessoalidades só suas, e universais ao mesmo tempo.
Flores / 2003
Anárquico, arcaico, eu acreditava numa ordem espontânea, numa sabedoria de sábios, e prefiro a palavra espontaneísta, menos bélica e menos gasta pela propaganda democrata. Meu amigo Vicente, espanhol de Burgos, diz que espontâneo é o sujeito que se atira na arena para salvar o toureiro acuado pelo touro. Mas a arte pode tudo, deseja tudo, diz tudo. E as flores falam mais e melhor que as palavras. Bem, o que faço é pintura e este homem, infelizmente, ainda não é a arte. Enfim, palavras e parolachos e que diziam e não diziam, tão difícil é a arte de dizer. Agora mesmo, mais uma linda vez, um bando de sanhaços cantam e silvam na laranjeira e na romãzeira de minha vizinha Zizinha, recentemente falecida, e que adorava o seu jardim, e fico pensando se não seria uma vaidade absurda não crer em Deus e nas coisas que criou, e achar que se pode riscar madeiras e colorir panos e dizer-se como ou mais que a natureza, tão abundante e familiar. Talvez não seja uma vaidade, como queria o maravilhoso Renoir, e sim uma mudança no tempo, ou seja, o que antes fora certamente uma vaidade hoje era uma catilinária evolucionista, uma inaceitação da opressão, uma sonhada quebra da hierarquia geral, afinal, desde cedo eu me vira briguento e revoltado contra aquele mundo de guerra dos carros a gasogênio, e exercia minhas revoltas contra papai, mamãe, minha irmã, enfim, contra todos. Briguei muito e nunca gostei de missa. Gostava das igrejas, de suas monumentalidades, enormes, mesmo nas pequenas, e gostava de ver a arte das igrejas, e odiava ter que me ajoelhar na hora da consagração, assim como rezava para poder me sentar de novo e esperar o fim da missa, quando então sentia prazer ao ar livre, fora daquele lugar quase, tão desagradável. Também as escolas eram terríveis. Lembro-me pouco de meus professores, quase nada. Havia uma que me batia com régua de pau. O mais notável, no entanto, foi o professor Ribeirinho, do Colégio Baptista, no Rio de Janeiro, onde fui interno, e formei uma gang e fui expulso no terceiro ano. Que horrível é ser um aluno interno, tomar banho frio às seis da manhã, comer sempre a mesma alface da mesma horta, sem azeite, sem limão, quase sem sal. A mesma carne assada, na mesma quantidade, no mesmo pão. Uns tinham sempre visitas e ganhavam bolos e doces. Eu raramente tinha visitas e de modo que logo descobri um jeito de abrir os armários dos colegas, em busca de maçãs, biscoitos, balas, o que houvesse, enfim. Baixinho, o Professor Ribeirinho, era meio alucinado, e entrava na sala de aula aos gritos tentando acalmar a bagunça dos pestinhas e, para tanto, teatralmente, recitava também aos gritos um verso de Camões, descrevendo a perda de um outeiro pelos portugueses na guerra contra os mouros, em Ceuta. No calor da batalha, eis que um português vê um outro descendo o morro correndo e espavorido e diz: "Olá Velozo amigo, este outeiro é melhor de descer do que de subir? Se é, disse o ousado aventureiro. Bem depressa vim para cá correndo por saber que estavas cá sem mim.”
Briguei, briguei sim, contra Deus e o mundo, mas não guardei rancor. E ainda que às vezes ache que algum espertinho de valor duvidoso ou nenhum estivesse tomando o que era meu, e meu no sentido da humanidade, acho-me um homem de sorte. Se morresse hoje, teria minha nobre mulher, nossos filhos, os meus livros, escritos e comprados, e alguns roubados, meus muitos quadros pintados, meus bons amigos e até alguns admiradores. Não conheço a África nem a Rússia -, mas vi museus e antiquários belíssimos na Europa, na América, no Oriente e na China. Pude espantar-me com as esmeraldas imensas, do tamanho de ovos de galinhas, em grandes vasos de vidro transparente, no Museu do Topkapi, em Istambul -, e devo ter sido o primeiro brasileiro a ver as esculturas de terracotas dos soldados chineses do Imperador, e a Princesa de Jade, vestida com pastilhinhas verdes muito lindas e que lhe modelavam perfeitamente o corpo, como esplendidamente modelados o eram também os guerreiros. Vi com Melina estupefato o Pathernon. Devíamos reconstruí-lo. Esculpir-lhe uma nova Minerva de ouro, tão imensa como a de Phidias. Corintho, estivemos em Corintho e Delfos. E nada perguntamos ao oráculo. Voamos por toda Europa, andamos de trem e de carro pela Itália e ela recitou só para mim um texto de Sófocles, em Epidauro. Em Agrigento, do alto de um morro alto, vimos lá em baixo o lindo teatro grego e naquele momento uma cabra passou pelo palco e lá de cima podíamos ouvir o sino que tinha ao pescoço, tal a perfeição da acústica. Ela recitou em grego, uma língua máscula e muito melodiosa e que meu avô Insibulus Trasibulus Marcoisos cantava enquanto dançava, comia azeitonas pretas que trazia todo ano num grande barril, de volta de sua Grécia amada. Amada Grécia. Estivemos juntos no Araripe, no dia de São João de 1969, no Crato, por uma semana apenas... apenas e tanta, tantos, tantos lugares por onde estive que já nem me lembro. E nem mesmo dela. Todas as mulheres em uma. Uma única tela, quatro ou cinco estilos, mas cada um para o mesmo tema, e sempre o mesmo. Jarros são assim, paisagens retidas em caixinhas de jóias, figuras são para elucidar, animais que não sou eu, muitos autos-retratos e retratos de heróis e heroínas, retratos de amigos, feito de pronto, e às vezes na mesa de um bar. De modo que devo dizer que tive muito mais que merecia. E ainda que considerasse o tal citado mundo injusto e atrasado, eu me sentia feliz, mesmo que tal realidade me impedisse, amargurasse e infelicitasse. Mas que belos guerreiros de Alá, mas porque Alá? Depois, que mal havia em procurar enriquecer a natureza? E que as pessoas passassem a ver Tiradentes, por exemplo, ainda mais inventada, mais ensolarada... que mal havia ?
A Matriz de Tiradentes / 2006
Gostei muito do Robinson Crusoé, mas fiquei transtornado mesmo foi com Sansão e Dalila. Por 30 anos não cortei meus cabelos, usei tranças até a cintura, mesmo não gostando de cabelos compridos. Imensamente forte como um deus e humanamente frágil como qualquer mortal, e ainda por cima traído por seu grande amor, eu, eu me apaixonei por Sansão. Tinha muitos heróis, heróis de quadrinhos e das telas, mas Sansão era especial. Sansão tinha a força nos cabelos. E mesmo assim era um herói vencido. Mas tinha a força que qualquer um podia ter desde que deixasse o cabelo crescer. Ora, qual ? Mais que os cabelos e a força de Sansão, eu amava as bolinhas de gude, principalmente os "olhinhos”, que mais eram como universos em miniatura, e talvez tudo que tenha aprendido como reta, se é que isto existe, como linha e precisão para a pintura o tenha sido ali, calculando meus tecos naquele brinquedo simples e poderoso, muito mais divertido e instrutivo, por exemplo, que o futebol. Eu nascera num país dito do futebol, mas aquele era um jogo bruto e bretão, além de repetitivo. Preferia a bolinha de gude, delicada e de muitas cores. Um dia torci pelo Flamengo, mas logo a Petrobrás achou de por uma propaganda na sagrada camisa do time, e eu nunca mais me interessei pelo futebol. O gude não. Quantas vezes não imaginei como era, e onde estava o universo, olhando aqueles "olhinhos” coloridos -, e eu entendia perfeitamente e de pronto a inutilidade dos tamanhos e a imensidão das cores que tão simplesmente criavam universos de tanta beleza e graça. Pudesse eu, e posso.
 
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