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Minha Vida de Pintor / XVIII

Literatura? Prefiro a pintura. A minha e a do Cimabue. Escrever, para mim, foi exorcizar uma vida tormentosa. Frágil, intuitivo, araripista depois dos cinqüenta, sempre fui um marginalizado notável. Mesmo no poder era marginalizado. Um amigo me disse: "... foi quem mais perto esteve do Poder e o que menos se poderizou". A própria sorte me marginalizou, e não só ela, mas a minha predisposição à marginalidade. Não digo que quisesse matar, não, isso nunca, embora entenda que talvez o fizesse num estado de guerra ou de bom combate. Um dia, soldado raso e indisciplinado do 8º Grupo de Artilharia de Costa Motorizada, quartel do Leblon, Rio, fui acordado cedo e mandado "reprimir” uma greve de ferroviários, a favor das reformas de base, uns três meses antes do malfadado golpe militar de 1964, que derrubou João Goulart e iria mudar a minha vida.  A certo momento, ao ver que os pobres ferroviários sofridos e indignados estavam incontrolados e que podiam nos atacar, não conversei, apontei o fuzil e... felizmente os operários recuaram, e eu voltei a ser gente de bem, o bom Oscar de sempre, o soldado Araripe. Mas por pouco não matei, friamente, como um dia o matei uma família quase inteira de rolinhas com a minha espingarda de chumbinho. Minha marginalidade, contudo, talvez, era a mesma dos antigos príncipes da Índia que andavam pelo mundo a observá-lo, para relatá-lo aos reis, em troca de uma vida que pudesse ser sábia, aventureira e independente. Independente, uma palavra de sonhos e que todos os que sonham são, pois mesmo o mais escravo dos homens, e acredito dos bichos, se reserva e só pra si um culto de intimidade. Um dia em Harvard ouvi uma bela frase dos anos sessenta, não nos anfiteatros escolásticos, evidentemente, mas no campus: "you must be out to be in”. Bem; a questão eram os limites, como ser um drogado, por exemplo, virtuoso? Como roubar um banco sem culpa? Como conquistar a mulher do próximo por puro amor? Nossa, era tormentoso o mundo do intelecto, tão diverso do da mão. A mão era Cimabue, as suas belas mãos (dizem que pintava com as duas mãos; mas ambas com úmero, pobre de mim que pinto só com a direita, e sem úmero), Cimabue, digo, desenhava como ninguém nunca antes, tinha uma arte ao nível da natureza artistada e durou séculos para que os olhos humanos aprendessem a ver a verdade e a beleza das suas cores impossíveis, e assim ver o mundo, de seu puro desenho. Li que um mouro francês um dia quis matá-lo e que ele pintou rapidamente para si uma cruz barroca como escudo e, usando o cruzado, escapou da morte, fugindo por uma janela alcoviteira. Bahh! Saladin, Bin Laden. Éramos todos assassinos. Mas como dizer aquilo num mundo que, vá lá, se esforçava por superar-se aos tormentos do mundo? Bastaria pintar, ou melhor, ser pintor? Acho que sim. Certamente tinha que deixar as palavras, deixá-las como a uma mulher. E talvez por isso, literariamente, deliberasse acabar com os personagens. Todos, para que restasse só um, o personagem pessoal. E não só, acabar com os capítulos como acabar com as cuecas, os suspensórios, as meias dos pés imundos, as histórias sem fim (só deixar Sherazade), enfim -, tudo que pudesse impedir o aparecimento da beleza e da verdade da letra e da palavra-, tudo a partir delas, de seu desenho, ritmo, cor, som… fervor, e repor aquele tudo ali, aqueles gozos artísticos que emanavam da beleza das mãos. Não. Já não tenho ganas pela literatura, tão somente por sua beleza. Li como Quixote e escrevi não como Joyce, mas como Ulisses, o destruidor de Tróia. Ou seja, eu matava meus leitores inexistentes, ab ovo, e assim ia me tornando pintor. O pintor que mais vende quadros em Minas, que vendeu uma Ladeira da Matriz de Tiradentes para Yoko Ono, para presentear John Lennon em seu aniversário de 1968. O pintor que tem uma Lagoa da Bahia e um Jarro de Flores no estúdio do animoso e iluminado casal Bárbara Freitag e Sérgio Rouanet -, um paisagista em San Simeon, na Califórnia, pintando uma escolinha antiga em primeiro plano, pondo o portentoso Hearst Castle ao fundo, como minúscula igrejinha suburbana, depois dos morros de vinhedos - tela pertencente ao acervo da Getty Foundation. Autor do Largo do Sol, hoje na sede do Centro de Estudos da Fundação Rodrigo Melo Franco de Andrade, em Tiradentes, obra muito admirada e doada ao Centro pelo ex-prefeito de São João Del Rei, Nivaldo de Andrade, e infelizmente não relacionada na reedição do livro Tiradentes, de Lélia Coelho Frota, recentemente relançado em noite de autógrafos memorável, a qual compareci com o amigo Ben Batchelder. Lélia é uma antiga colega do Correio da Manhã, uma lutadora, de texto muito delicado e bonito e de modo que os raros eventos culturais no Centro Histórico de Tiradentes são como se estivéssemos no Rio, tão forte é a presença dos cariocas em Minas. Minas é o refúgio - eu dizia, e foi aqui que vi minha primeira araucária (história completa em Marta, Júpiter e Eu, Editora Marco Zero, Rio de Janeiro, 1986) e tive meu derradeiro olhar, pois perdi meus olhos ali, meus olhos antigos, explico-me. Eram morros lindos como o mar, de ondas enormes e que iam ondulando e caindo uns sobre os outros, formando espuma e cascalho. ...Essas Minas enganosas.
O Macho segue a Fêmea / arredores de Tiradentes / 1996
Enfim, glórias a pintura me deu todas. Muito mais que merecia, afinal não passo de um artífice, vivo, e talvez só por isso possa, pra meu espanto, dar vida a estas cores inventadas. Entre a arte e a cultura, obviamente,  ficava com a arte. Mas não a arte que a vida cria, como se vê por aí aos borbotões, como vômitos pelas paredes dos bares e apartamentos, e em museus de certas (na verdade, erradas) coleções particulares recentes e episcopais, verdadeiros museus de horrores assinados por arquitetos badalados, abalados, etc... mas, repito, não essa, mas a arte que cria a vida. A arte antes da vida. Então a arte criava a vida e esta as cores. Ponto. Pura literatura. O resto era tinta, decadência, artes plásticas. E então o que fazer com o lixo da decadência? Queimar todos os livros, exceto Promeu? Emudecer de vez? Creio que isto me fez pintar: Ser mudo e invisível, e capaz de voar. Daí ser pintura radiosa e alegre, e que eu vendo por uns míseros tostões, premido criador que sou, das bocas humanas e dos comprometimentos familiares e solidários.
Marinha / San Simeon / California / USA / 2000
Escrever três ou quatro livros literários, e nunca mais escrever livros, só drops, textos de ocasião, cartas para os amigos, e-mails, receitas de vatapá. Livrar-me de todo o mal da escrita, curar meus pulmões arqueados e encher a magreza que já toma conta de mim. Tuberculoso, me curei sem saber, e nem fiquei sabendo, nem da doença nem da cura. Anos depois, um doutor me disse: o senhor tem uma seqüela... foi quando me inteirei. Mais uma vez, quase morri. Digo mais uma vez porque já antes tinha quase morrido, aos quatro anos, de uma desinteria bacilar dos tempos da guerra. Um dia também, ao dar baixa do Exército, tomei um porre alucinado e apanhei como um boi ladrão, até quase morrer, de uns barraqueiros do Largo de São Conrado. Então me revivi pintor, e este foi o meu mais belo quadro. Peguei um papel de embrulho de um armazém no arraial de Mirantão, Minas Gerais, cortei em mil e quinhentos pedacinhos e fiz mil e quinhentos auto-retratos, sem errar nenhum, usando o carvão do fogão de lenha lá de casa, ao calor dele. Os ia fazendo e jogando no fogo. Restaram 1.500. De modo que devo ter feito uns três mil.
Minha Vida de Pintor - eis aí um grande título para um pequeno livro. Parva sed Bona... Eu que escrevi por trinta anos e há vinte e cinco não escrevo livros, só drops, imagino que possa ressuscitar meus leitores mortos, de maneira agradável e instrutiva, fazendo-os crer na beleza e na justiça das cores e das linhas. Bela justiça esta que a arte cria. Se alguém me amar e pedir para que salve o mundo, eu salvo, sem pestanejar. Mas, ninguém pede, ninguém convida, não há mais príncipes, reis, papas, rainhas. Até a Vivi sumiu.
E escrever para que?… autocrescimento, mas eu já estou nas alturas. Ademais, o mundo literário me cansa, consegue ser ainda pior que o das artes plásticas. Está cheio de sistemáticos (aqui em Minas não tem maluco, tem "sistemático”. Você anda pelas fazendas incestuosas dos grotões e muitas vezes vê um quartinho grande e fechado onde vive semi-preso um "sistemático”). Jacob Klintowicz disse que eu devia mesmo ter uma obra suntuosa porque era sistemático. Ora, é preciso viver 35 anos em Minas para perceber um sistemático. Não sou, não tenho sistema e esbanjo integridade psíquica. Pinto porque pinto. Comecei tarde, pinto rápido e às primeiras horas da manhã... e lembro-me da visita que fiz com Katrine Hepburn ao Museu Van Gogh de Amsterdã. Eu que estou acostumado nesta minha vida de pintor a ser atraído e atrair sistemáticos, confesso que pasmei diante da presença de tantos pelas rampas ascensoras e na frente dos quadros, a começar pelo esplêndido e próprio Van Gogh, o pintor que viveu tão profundamente tudo e que conseguia como ninguém mostrar a vida das suas plantas, dos seus morros, das suas casas e pastos, céus, das suas estrelas, que lindo pintor o Sr. Van Gogh. Podiam-se ver as coisas mexendo, ali vivas, pulsadas de arte. E depois era bonito, muito bom de ver. Como Mozart cativava à primeira vista. Enfim, havia um fascínio ali, sistemático, enquanto eu, dir-se-ia,  era mais obsessivo. Correr mais que os morros-, eu precisava e devia.
 
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