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Minha Vida de Pintor / XXVIII

Em 1960, Copacabana, "a princesinha do mar”, já estava moribunda, mas ainda reinava sobre maravilhas. Eu, pobre plebeu recém chegado, comendo pelas bordas, morava em Ipanema, na Rua Barão da Torre, próximo a Praça General Osório, a dizer: ao lado da casa de Tom Jobim. Incompleto, jamais me aventurei em conversar com ele. Mas, o via todos os dias, acompanhava suas largas tardes de estudos e criações, tudo da janela do meu quarto, no primeiro andar de um prédio vizinho que dava para o jardim da sala do piano do belo maestro e compositor brasileiro. Rapaz, surreal e existencial, meio aquário num peixe, vivi festas extraordinárias, geralmente às sextas-feiras, em miríficos clubes de árabes e de militares e em casas de famílias endinheiradas que, geralmente, tinham filhas para casar. Tantas belas para casar.  Mas, minha pele já sentira em tenra idade as grandes diferenças do mundo. Mundos conviventes, perceptíveis. Eu era muito afoito. Afoito como nunca o fora o Presidente Tristão Araripe. Tristão, belo combatente do bom combate, tomou Aracati dos ingleses, e proclamou a República brasileira, e ninguém diz, ninguém conta, ninguém sustenta. Ipanema, esplendorosa, ao lado do glamour restado de Copacabana, no entanto, não se tomava no grito, ou por nenhuma justa causa, ou seja, não se tomava de jeito nenhum. Exceto pelo conhecimento, que devia ser geral e irrestrito. E Ipanema tinha tudo. Até clandestinos. Via-se, ainda na clandestinidade, o Paulo Alberto Monteiro de Barros, o Eduardo Chuay, nas esquinas, ruas, nos bares. Paulo! uai, o que estás fazendo aqui? Um dia vi Adelzito. Baiano. Figuraço. Um belo dia, atendendo a um pedido de Amir Haddad, usando de minhas prerrogativas de jornalista, consegui asilá-lo no Chile. Um dia ele sequestrou um avião e o dirrotou até Havana. Que história! Tinha tudo, eu disse. Desde autênticos tocheiros de prata de Minas até pacotes de cigarretes LM. Iates de endinheirados dandies, onde se tomava cubalibre e comia-se grandes camarões fritos ancorados em Jurujuba. Mas, ao largo e ao fundo, tinha a Biblioteca Nacional, dando grandes e elegantes dimensões ao livro -, o Teatro Municipal ídem às danças e aos cantos, às representações e às apresentações das orquestras... e foi exatamente ali que um dia, rapazinho, vestido de terno da Ducal  fui assistir sozinho a uma performance gratuita de Mozart regida pelo belo maestro Isaac Karabitchevsky, se não erro na grafia, pois bem; eu ali sentadinho na quarta fila e eis que adentra exuberante uma estonteante mulher de vermelho vivo. Eliseu Visconti, meu impressionista preferido, teria gostado de vê-la ali ilustrando a beleza de suas cores pelos tetos e paredes com sua linda pintura, com aquele seu moreno português da Ilha Terceira e o vermelho-gritante do vestido. De pronto, quedei-me, apaixonado. Era o meu Aracati. Sorri, e olhei, e olhei e olhar era a única arma que tinha. Jamais diria e à mostra. Ela retribuiu (anos depois vim a saber que aquilo não significava muito, talvez não valesse nada, mas podia valer, como de fato valeu, pelo menos para nós, ainda que o teatro e especialmente o direito à liberdade da expressão do pensamento em muito ganharam por nossa causa, como relatarei mais na frente). Voltando. Quase nos tocamos com os corpos no intervalo, no foyer, tanto dela me aproximei, tanto a cobicei. Nos sorrimos muitas vezes, parecia que iria conquistá-la mas, de repente, como que fugindo voando pela pintura do Visconti, rápida pelas escadarias, ela sumiu. Sumiu e não mais a vi. Saí e entrei no teatro, fui o último a sair. O porteiro me perguntou se eu estava apaixonado.  ...dela ficou um sorriso muito bonito, que eu gravei, visto de baixo, pois estava na platéia e ela na frisa, de onde tanto e abertamente a olhei, se é que aquilo não fosse conversa. Desoladíssimo, voltei à Ipanema das guerras de gangs, dos "penetras” dos clubes ricos, e à medida que os anos iam passando ia mais me excluindo e me inserindo naquele mundo que me marginalizava e eu a ele. Não tinha dinheiro, helás! mas, um dia o talento fora um dinheiro - arrogante, eu pensava -, e isto, sempre era um empecilho. Vencer ou morrer, e eu estava mai ... Uma noite, numa festinha na casa do poeta Walmir Ayala, eu já quase morto de tantos exageros e sono, sentava-me triste e vencido a uma mesa do belo jardim quando novamente de repente revi miraculosamente aquele sorriso gravado daquela mulher sorrindo, linda. Ela estava toda de branco, sentou-se comigo à mesa e dali só levantamos para subir ao terceiro andar do mesmo prédio, onde ela morava, e onde vivemos por cinco anos.
Bahia de Cabrália / Bahia /2000
Sensibilidade, falta de razão, eu diria, mas que belos tempos aqueles. Tristão amava Ana, depois Triste, sua mulher, que jamais seria triste, pois tinha o marido com ela e este os filhos por perto. Mas os Alencares estavam sendo perseguidos. Havíamos perdido muitos parentes. E Aracati era um mundo esplendoroso, ricamente azulejada e de portões de ferro, na foz do Jaguaribe, o grande rio comercial do Ceará. Nossa casa ouvia sonatas de Mozart pela manhã, como disse, sonatas de Tartini, Pergolese, Beethoven e Chopin às tardes, fitas que havia trazido da Europa em cassete. Sonatas e cantos gregorianos bons pra se escrever ouvindo. Livros. A linda edição artesanal dos Segalás dos poemas de Cecília Meireles. Plantas, samambaias pela casa. Uma cozinha minúscula, parecia Paris, em plena Fonte da Saudade -, rico chão de tábuas que rangia frente a seus passos de atriz. Atriz famosa, diga-se. Fosse no bar Lagoa, fosse no hall do Hotel Nacional de Brasília, ela era sempre reconhecida, pediam-lhe autógrafos e eu era o jovem amor da Musa. Aquilo me irritava. Eu me importava, evidentemente, pois também era artista, ainda que na cuba. Mas era tudo, como disse, maravilhoso. O teatro, a música, a cultura, tudo aquilo era um sonho que meu sonho de tudo fazer acalentava audaciosamente. E estava dando certo. Uma princesa, uma estrela. Duas estrelas. Um quadro, uma pintura. Formas -, a arte antes da forma -, era um corpo lindo, sem dúvida, um lindo corpo de mulher madura, seios de mulher madura, e as famosas coxas multimilionárias. Todo mundo a queria. Amazona, era ela quem escolhia. Mas, era muito mais que isto. Gostava de contar histórias engraçadas das coxias do teatro. Um dia Bárbara Heliodora, que fazia a Rainha do Hamlet entrou no primeiro ato dizendo o texto do segundo, para espanto geral, e nem percebeu, até que se arriaram as cortinas. O ator e tradutor mineiro Francisco Pontes de Paula Lima estava tão nervoso que dormiu num cesto em plena representação deste mesmo Hamlet. Milton Ribeiro, o ator, viciado em corrida de cavalos, aliado ao contra-regra, também viciado nas mesmas patas, um dia tiveram seu grande momento teatral, nunca antes tão distanciado,  o primeiro entrando em cena depois de um " puta que o pariu" estrondoso e ouvido por todos e o segundo por ter neste exato momento desligado a chave errada e deixado o palco às escuras. Nem Brecht imaginou cena assim. Meiga, ria gostoso, e tinha umas mãos prodigiosas. Jamais as esquecerei - e até por registro à efemeridade do teatro -, eternizo a sua mão levantada, dando um adeus e partindo e dizendo as célebres palavras do Alferes Tiradentes: "Adeus que trabalhar vou para todos”. Ou "Tardará muito tempo a nascer, se é que nasce, um andaluz tão claro...” ao lembrar-se de Federico Garcia Lorca. "Tres mojicas me enamoram en Jaen...Hacha, Fatma y Marien”. Hoje vejo o quanto suas palavras me ensinaram a beleza que antecede à pintura, ou "coloratura”, como ela dizia. Como os tupis, ela separava o mundo do belo e do sensível de um outro, que não a interessava. Grande ave a avestruz que esconde só o que vê.
O Pacatá / Porto Seguro / Bahia / 2001
Mas, via eu alguma forma ali, ao lado de tanta imaterialidade? Por que eu, um artista pintor tão privilegiado estava a implicar com a mãe vida, querendo fazê-la filha, e nem sequer legítima? Não iria eu cair nos braços de Deus? Fronteiras, formas por acabar. Acabar, acabar, acabar. Ficar antes e só, antes de tudo, onde pudesse assistir a arte fazendo a vida, e não só esta que se movimenta conosco, mas a que tem seu movimento próprio, talvez nem mesmo um movimento, uma vontade, uma natureza avita. Pouco importa. Eu tinha uma mulher na tela, e não precisava pintá-la. Como se diria lá no proletário Encantado: "só precisava mesmo passar o pinto nela”.
O pincel. O bom é que parecia que durava mais, mas...não creio que pudesse durar para sempre. A arte, o sexo, como aliás tudo. E nem pensem que eu estou aqui a tentar convencer os meus queridos leitores de invenções de minha lavra. Jamais. Vi isto escrito numa pedra, no Abrigo do Sol, no Mato Grosso do Sul. Eu mesmo visionei uns mil pênis e outras tantas genitálias, tudo tirado do nada, pois como sabemos, visionar não é ver. A forma nova tenta enganar o velho olho, que por sua vez vê o que quer. Olho turrão. Ora, vá lá se pintar num mundo destes.
 Porto Seguro / Bahia / 2002
Ipanema tinha muitas galerias. A pintura era uma festa e os ricos a amavam numa festa. Nos anos 50 parecia que o mundo ia engrenar. Surgiram vários pintores e escultores e as concorridas vernissages se sucediam como feiras de virtudes e vaidades, onde intelectuais namoravam artistas e os artistas as pessoas ricas. Ou seja, nos meados dos anos 60 Ipanema já era o Brasil. Tudo acontecia ali, ali e no centro da cidade. Mas, já não tenho boas recordações desta Ipanema. Gosto mais da de antes. A praia do Diabo tinha este nome porque se afogava ali. Homem mesmo tinha que pular das pedras do Arpoador. Um dia eu quase morri. Outro dia também. Não sei como não me afoguei, naqueles mares de então. Tinha duas japonesas muito bonitinhas, um rapaz magrinho meio faquir, o Tutuca, o belo Arduino Colassanti, irmão da bela Marina, o 22, que era quem melhor jogava frescobol e o único a me roubar uma namorada. Lembro-me de Madame Drácula no bar Jangadeiros, de tule preto de "pois" preto no rosto pintado de pó de arroz muito branco, toda de preto. Parecia Tarsila. Devia amar muito o grande cientista Álvaro Alvin, seu marido, à época já falecido. Bebia, comia sozinha. Fumava. Não falava com ninguém. Madame Laura Alvin foi o meu tipo inesquecível de Ipanema. Hoje ela é um centro de cultura. Vou pensar mais sobre ela...
Mas como pensar sobre todos se nem mesmo sobre mim já consigo pensar? Esqueço tudo, troco tudo, só as cores ainda consigo por no lugar. Deve ser amor, por aquelas cores luminosas dos desenhos americanos que chegavam no Engenho de Dentro e em Ipanema. No cinema e nas revistinhas. Depois de Tintoretto, Walt Disney foi quem mais me educou. Havia uns americanos jovens, muito bonitos que moravam pros lados do Country Club e que me faziam ouvir umas músicas lindas, Blue Velvet, On the sunny side of street...os começos do rock. O rock para nós era o Snack bar, no Posto 6, em Copacabana. Os moradores do prédio jogavam latas de mijo nos barulhentos músicos selvagens. Fui inglês, depois francês e agora era americano. Creio que até 64. Depois tudo mudou. Até o amor mudou. Juras eternas se partiram como rodelas de biscoito de araruta. E não só me senti só como fiquei só naquele mundo mudado para sempre. Como tudo, Ipanema havia passado sobre a terra.
Trancoso / Bahia / 2002
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