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Minha Vida de Pintor / XXXIII

Pleonasmo. Era tudo pleonasmo. Se as cores não existiam, o que dizer das palavras? Arte, sísifica arte, que exigia cores únicas universais. Ser um peixe, uma árvore, não era lá muito difícil para um poeta-jardineiro-faroleiro, embora realizasse o quanto cruel fosse um jardim -, difícil, ainda mais sísifico, era ser uma "mágoa”, uma "saudade”, uma "esperança”, uma "guerra”. Qual a cor do bom combate vencido por Tristão Araripe contra Fidié, no Piauí, ou quando tomou Aracati dos ingleses? Cem vezes perdoado Tristão que roubou dos ingleses. Como Fídias de Péricles, tem cem anos de perdão. Tristão, belo Tristão, dono do ouro da Confederação do Equador, tomado dos ingleses, não só o primeiro presidente da República do Brasil como o único brasileiro a vencer os ingleses! Dizem que ele à noite nadou furtivamente com seus companheiros e tomou a nau inglesa de surpresa, tal a ousadia da façanha, o que espantou o Almirante inglês, o corsário Lorde Chrocrane, com quem, por sinal, diga-se, sua neta veio a casar-se, ou seja, com um neto dele mesmo, um outro Alencar, este já alencarizado -, que por sua vez era contra parente do famoso escritor José de Alencar (que nada tem a ver com o José Alencar, vice do Lula, mas sim com o General Castello Branco e a Rachel de Queiroz, a Patativa de Assaré, o Luis Gonzaga, o Paulo Coelho e a Maria Bonita do Lampião, todos Alencares, como Bárbara e Tristão, Ana, depois Triste de Alencar Araripe, e Dorotéa de Alencar, nossa românica portuguesinha sonhadora numa pontezinha de pedra do Minho, em Freixeiro de Soutello, antes Portugal álano e galego, hoje Alencar do Brasil. Sorte foi Aderaldo Eulálio, o filho do Tristão herói, ter ficado com o ouro dos ingleses, já que Tristão, antes de quedar em Santa Rosa, confiou-lhe a chave do cofre da Confederação, com a missão de entregá-lo a Ana, depois Triste de Alencar Araripe, que ainda não era triste e que logo que soube pelo filho da morte terrível do marido, vestiu luto e assumiu o comando da Confederação revolucionária e do ouro dos ingleses ( que aliás era dos brasileiros, já que tinha sido o Imperador a pagar o corsário travestido de mal Lord.Triste Ana, que ainda não era triste, pois Tristão ainda vivia, e formara com ele a célula branda e dura do Governo Republicano, o primeiro, único e mais belo dos nossos governos republicanos, junto com a escrava liberta Matilde (Não confundir com Matilde, a fazendeira inimiga de Bárbara, mas que, mesmo assim, a abrigou em sua casa, quando fugia das tropas do Imperador.
Aderaldo, um dos filhos de Tristão com Ana, era filho extremado. Guardou aquele monte de moedas de ouro e os saquinhos de gemas e diamantes, e aquelas telas enroladas, de valiosas pinturas, mapas, e partiu para o Brejo Seco, onde a mãe Ana, já Triste,  recebeu a notícia da morte do marido. Vestiu branco até morrer para disfarçar-se dos perseguidores que a queriam descobrir e matar, mas incorporou no nome o Triste, para que o luto lhe fosse pesado e durasse…até o reencontro no túmulo, quando seus ossos e os de Tristão pudessem estar juntos. Mas, onde os ossos de Tristão? Um dia um prefeito alucinado resolveu com um engenheiro ensandecido represar a antiga cidade de Jaguaribara, onde Tristão fora morto em combate, e enterrado seis meses depois, pois fora exposto mutilado até secar mumificado, amada múmia do meu quinto avô -, nunca morreu. Enterrado, como se dizia, graças à admiração do Coronel Botão, que pediu aos filhos para ser enterrado junto com Tristão. Alagado tudo, foi-se o túmulo de Tristão e de Botão. Bem, Tristão era mesmo maldito. Belo demais, bonito, conquistava facilmente as mulheres e os amigos. Dizem era capaz de levantar um cavalo nos ombros. Isto é, muitos queriam lhe sumir com os ossos. Mas…Botão não. De modo que transladaram todos os ossos do antigo cemitério para um novo, cheio de gavetas, em Nova Jaguaribara. Em 2004, passei por lá e de fora vi que os ossos de Tristão estavam numa dessas gavetas, a saber, na terceira da direita para a esquerda do gavetório da frente, terceira fila de baixo para cima. Ana, ainda Triste de Alencar Araripe, como se sabe, está enterrada no Cemitério de Fortaleza. Dizem que no fim da vida foi bajulada pelo Imperador que, dizem, ela perdoou. Fato que dou crédito, pois Bárbara, nossa maior heroína, também perdoou aos assassinos de seus três filhos.Era santa e generosa, e Ana uma linda mulher. Ela e ele, dizem, eram muito bonitos de corpo e alma e se amavam muito. Uma vez vi uma prima de pele muito branca, em Fortaleza, que imagino fosse como Ana, tão bela era. Foi a mulher mais linda que já vi. Tristão... Conquistava as mulheres como cidades, e Ana foi a Fortaleza da Confederação, como Bárbara o fora no Crato da Independência. Mulheres com pinturas. Palavras como vestidos coloridos. Moças nos alpendres das fazendas dos nobres do algodão. Ana branca como o algodão. Tristão moreno, gitano e mouro, álano como a mãe. Aderaldo, portanto, resultou numa boa mistura. Era honesto como Tristão e Bárbara e inteligente como ambos. Guardou por toda a vida o ouro que os ingleses haviam roubado e que Tristão lhes roubou, e que eu herdei, daí a minha fortuna da nobreza e o gostos das artes e da liberdade. Tristão, o que purificou os ingleses. Diz-se que enterrou o pesado catre de ferro nas ruínas da fazenda da avó, Bárbara, no Pau Seco, hoje em Juazeiro do Norte, mas à época no coração do Crato do Araripe.  Dizem que foi ali, naquelas mesmas ruínas que o Padre Cícero teve sua primeira sansara, e que costumava visitar sempre o sítio, sempre só, onde meditava sobre as carnes da santidade, imagino. Pois Bárbara de Alencar, minha adorada sexta avó, era chic, como se diz hoje. Catei vários cacos de louça chinesa Companhia das Índias que achei à flor do chão principal da casa. É um destes raros lugares em que se tem a imprensão que se cavar acha. Saí satisfeito com meu bolso de cacos, com o bom-gosto da minha longeva avó impresso neles. Tudo pintura. Mas, como pintar a pintura? Melhor era pintar e nem pensar nestas coisas. Pintar tinha a arte inexplicável de dizer sem proclamar. Pintando, podia-se ser Rei e Banqueiro, e até Papa, tolo fosse. Podia-se conquistar Aracati e Fortaleza, sem sair de Tiradentes. Bah! Já não se fazem Alencares como antigamente. Qual Alencar, hoje, cuidaria de achar os ossos de Tristão? Quem escreveria o amor de Ana e Tristão? Amor ainda mais belo que o de Romeu e Julieta. Avançar até Shakespeare. Quem? Fico a pensar nas palavras que teria que pincelar em seus olhos de ternura iluminada e onde encontraria, em que nuvem, o branco de seu rosto, minha amada prima de tão belo incesto, e onde o por do sol de suas maçãs, o rubi para os seus lábios?
Pruning at Castoro Cellars / Templenton / CA. / USA /2001
Estava tudo ali, era só fazer de novo. Aqui, neste mundo sem cor, imagino que palavras assim tão ricas e poderosas fossem enterradas vivas, éditas e impublicadas, ou escritas no vento, gravadas porém esquecidas. Delas restariam apenas as imagens e destas só o silêncio. Nada dizer, se humanas fossem. Cacos, cacos quebrados, muitos… nas ruínas ainda intombadas da fazenda de Bárbara de Alencar. Cacos de ouro. Por eles sei que ela havia um dia olhado com grande prazer aquela paisagenzinha chinesa que agora eu via num caquinho de louça, achado por estas mãos que não mentem. Senhoril mulher duas vezes senhoril. Tinha escravas, mas eram todas libertas e faziam parte do seu Estado Maior, tanto da Proclamação da Independência de Quixeramobim, em 1824, quanto da Confederação do Equador, alguns anos depois. Discutiam tudo juntos. Mãe, pai, avó, filho, primo, sobrinho, agregados e escravos libertos, ou não, já que no Ceará escravo era camarada, e talvez por isso a Libertação dos Escravos ter se dado ali antes de outro lugar do país. Uma Confederação familiar, abaixo do Equador. Ora, algo grande e inusitado acontecera ali, naquele fim de mundo do fim do mundo, o Brasil sertão dos Oitocentos. Sorte o algodão, que iluminou a rudeza do sertão, trazendo os livros e os cacos que guardaram sua essência e pessoalidade. Sabe-se que Bárbara foi conduzida presa aos 63 anos, do Crato à Fortaleza, sob algemas, onde ficou em calabouço terrível por três anos, sem ver Tristão e os outros dois filhos encarcerados, sem ver ninguém, só o carcereiro. Um dia Tristão, que estava preso ao lado, incomunicável, cortou o pulso e escreveu uma carta com o próprio sangue para o Governador Sampaio, que atenuou um pouco o martírio de Bárbara. Mas como? Como pintar o martírio de Bárbara? Trama bárbara, destruição grosseira, ausência de consciência -, belos exemplos, nada virtuais, pura imaginação. Tonta natureza. Pintar, portanto, era combater a natureza.
Um epílogo: Aderaldo passou para Ernesto que passou para Oscar que passou para Oscarina que finalmente, num dia solene, me passou as chaves do ouro dos ingleses;isto é, a pintura.
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