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Minha Vida de Pintor / XXXVI

Onde se lia ciência, via-se a arte. Mas, fora sempre assim? Deveria eu pintar a prima natureza, e depois deixá-la ao léu? ...Havia uma arte fazendo vida, ao natural, mas, mesmo ali, a arte era rara. Rara matéria, rara arte, rara vida. A arte a matéria. Os organismos, produtos de esforços incomensuráveis, tinham sempre um arranhão no espírito -, morrendo antes e sofrendo muito tinha se espiritualizado muito. Gastava-se por demais no que não se devia. Para um pintor, de que valem as unhas? Bastavam-me duas mãos, uma cabeça e um olho. Contudo, ainda hoje, desencaroçando uma semente de algodão para os nossos pássaros chocarem, vi o quanto Bárbara, Tristão, Martiniano, João, Ana e todos aqueles moços evoluíram afinando os dedos no descaroço do algodão. Nobres brancos do algodão, aqueles barões. Tinham gado, mas era pouco. Era mais galinha, porco, caça e ovos. Mas tinham os livros, amassados pelos lombos dos burros de Olinda até o Araripe. Enfim, era a terra da alegria, onde todos morriam. Imaginem. Até os pintores morriam. Morre o homem, fica a fama, mas, só raramente. A Fama. Ela própria nos roubava toda a fama. Famosos  bandidos, políticos e jogadores de futebol. Cantor então, nem se fala. Raramente se conhecia um pintor, eram seres encastelados na glória da pobreza, visionários, que encantavam nosso olhar de mortais, impondo-nos coisas eternas, como se a vida existisse de fato, ab initio, e para sempre. Ver um quadro de valor é deixar de ver para sempre o que sempre se viu, ou seja, é uma troca de óculos, tudo pode embaçar mas tudo pode ser novamente visto. Bela roupa do novo. Creio eternamente no novo. Não gosto dos novidadeiros. Os papas não passam de banqueiros sofríveis. Hoje mesmo temos dois deles presos, ambos por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro ( e eu aqui à-toa a purificar dinheiros, principalmente os sujos), e outras barbaridades, mas não por se arvorarem em ditar a arte e a cultura, impingindo ao povo esta nova pintura de santos, que diga-se, o povo não gosta.
Manhã em Aracati / Ceará / 2004
Conheci Peggy Guggenheim em Veneza, no verão de 1968. Era uma mulherzinha atinada, animosíssima e cheia do cobre. Quis porque quis comprar um lindíssimo Palazzo no Grande Canal. Tentei demovê-la. Qual!  Perguntei-lhe, para que? Quero guardar as minhas artes, as minhas artes - repetiu a veneranda senhora. Disse-lhe adeus de pronto. Nunca mais falei com ela. Minto. Dias depois, numa festa no Palazzo Crescenzi, em Roma, ao nos reencontramos, perguntei: Madame desistiu? Toi!? Outre fois! - ela espantou-se. E como pressenti que desta vez seria ela a me dar adeus, disse-lhe, fingindo-me irritado: E quer lá o povo ver formiga comendo formiga? Bosta metida a arte? Tolo eu, vejo hoje. Quanto daria Peggy por um Oscar Araripe para a manutenção da Fundação Oscar Araripe?
Enfim, seres nenhum já teriam sofrido bem antes de nós, que habitamos sem escolha esta rocha mareada de sol e sal. Mas, podia-se até dizer que os outros seres vivos, em especial os animais e os vegetais, e mesmo os mistos, sofriam ainda mais do que nós. Madame natureza, cruel senhora memista, esbanjadora, errônea, primitiva,  indiferente. O que faço com um único traço de pincel esta lenta senhora leva eras e mais eras para fazer, a exemplo das borboletas. E vejam que isto era sua maior façanha, não fosse, contudo, as borboletas, invenção humana e artística desde sempre, digo. No princípio eram as borboletas, mas haviam também as mariposas. Ambas eram atraída pela luz, também chamada arte, ou ninho de fótons,  tantas vezes, tantas, porém, equivocada. A rigor toda arte era equivocada e pouco importa se a mula de Claudio mancava ou claudicava. Ela, como todos os animais, queria era rosetar. Pintar, portanto, era como alegrar o sol e salivar o sal logo pela manhã, bem cedo, quando a névoa já de olhos abertos nos permitia divisar melhor o limite das cores, as suas essencialidades implícitas, e o seu vigor expresso. Eram vidas inteiras que se rendiam por apenas algum fugaz momento de alegria. E não só, pois os minerais e os etc. e tais também assim o eram e procediam. Um dia, em Petrópolis, visitando uma amiga de um amigo, o pintor José Paulo Moreira da Fonseca, numa varanda de um edifício baixo, que dava para o belo Palácio rosa Imperial, conversando com Leonardo Boff, disse-lhe (eu era muito novo, uns 25 anos, talvez) que me maravilhava diante da perfeição do organismo humano, ao que ele apontou-me uma bela árvore em frente, creio que um flamboyant,  e disse que achava os vegetais mais maravilhosos, superiores, no sentido de possuírem uma vida "mais bem resolvida". Vindo de quem veio, aquilo me impressionou muitíssimo. Há de se dizer que à época quase ninguém sequer olhava para as árvores, sendo quase um símbolo de atraso, não era, se os senhores me permitem uma bobagem, seres humanos, como hoje se crê mais ou menos.Concordei de pronto. Mas, queria eu, mesmo assim tão sofrido, ser uma árvore, ainda que bela, útil, e em paz e até sem precisar trabalhar? Não creio. Ainda quero rever Granada, voltar à Xiang, comer em Xiang. Na verdade, tanto as amava e as observara que meu caso mais parecia o de deixar de sê-las. Muito simples: Farto do eremitério de Mirantão, eu tinha que deixar de ser uma árvore se quisesse pintar uma árvore avita. Era o após que pintava. Mas, não só e nem tão só. Tinha que deixar de ser índio, negro, cigano, alemão, judeu, francês, chinês outra vez, inglês, muçulmano, cristão, de uma vez por todas, como quisera Xian Xing, a grande dama da Revolução Cultural. Mas, de qual Revolução Cultural? Pergunta modesta para um acadêmico da França, mas despropositada para um pintor como eu. Melhor ir direto ao ponto. A primeira pincelada era sempre mais alegre e avita. Tudo consistia em "montar no potro" e o ir-se inteirando absolutamente até o fim do quadro, sempre mais o tornando alegre. Uma pintura alegre, capaz de atrair, convencer e a tudo vencer, suavemente, diferentemente, uma pintura-isca que roubasse íris alheias, as inteirasse de novos olhos, olhos do novo homem -, bela receita, mas como, como receitá-la? Impossível. Mas, mesmo assim devo receitá-la. Quando, onde, e porque tudo começou? - antes, porém, devo dizer que não sou alegre nem sou triste,  nem pintor das coisas fugidias. E mesmo assim tinha que escolhê-las, de longe, intuitivamente, as abordando como um pirata. A intuição faz o ladrão. A polícia antes do ladrão. ...Sorte esta "ancestorenguia araripina" ter me herdado esta coluna nervosamente elétrica, parafernálicamente infernal, feita apenas para viver (e havia arte nisto?), para que pudesse finalmente nadar, não apenas boiar, como uma folha de cortiça no mar do vento da terra quente. A Terra Quente. No princípio eram as ostras e as ondas do mar. Pintar, entendido como a ação de empunhar o pincel, era algo bem mais simples. Teria que ter, naturalmente, uma natureza por sobre a natureza, mas nada sobrenatural, e sim uma busca pela invisível essência do gosto, que estava e não estava na vida da borboleta. Era, sem tirar nem por, semelhante às essências das flores. Portanto, eram enganosas. Como as montanhas de Minas, o mar da Bahia, eram todas flores enganosas, como se a natureza, mestra ainda mais humana que os humanos, prestidigitalizasse com meus olhos e sentidos. Intimidade. Insuportabilidade. Muito perto ou muito longe estávamos sempre no abstrato. Tivesse a altura humana e estávamos no concreto. Bom era evitar a ambos, pois já estavam na tela. Assim, a essência floral ou das borboletas nasceria naturalmente deste inimaginável, porém dedutível encontro fortuito, mas nem tanto. Afinal, encontrar-se naquelas latitudes, onde as longitudes se perdiam no tempo espacial, era algo muito raro, pois éramos ninguém e não tínhamos máquinas. Portanto, a arte, dona da vida, das cores e das palavras estava no princípio de tudo, tudo por sinal inexistente, ou melhor, a existir. Mulheres como pinturas - insistia. Muito mais que a pintura estavam na minha cabeça. Eram os meus quadros vivos das ruas, transtornados pelos encontros. Olhos de cigana? Olhos de índia? Olhos de pintura? Sim, pintar era como fazer olhos, a partir da tela. Mas, podia ser bem mais e melhor . Extraordinário poder. Um quadro podia e devia ser tão simplesmente um jarro de flor. Era mesmo muito bom que fosse, pois as flores são as mais vivas das naturezas-mortas e uma imagem viva da vida, mesmo se cortadas, e que frutificam -, além é claro de nos receber com flores, pois um bom quadro nos recebe com flores avitas. Vamos sempre pintar flores na esperança de fazê-las avitas. São a nossa maior possibilidade de fazer algo novo. Pintar um novo jarro de flor -, eis o maior desafio de um pintor. Por isso todos pintam flores e jarros de flores. Umas mais vivas, outras mais mortas, mas todas flores. Flores, flores para los vivos, deveria dizer a deísta florista de Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, que Maria Fernanda interpretou tão magnanimamente bem nos anos 70.
Pedra da Galinha Choca / Quixadá / Ceará / 2004
O teatro. Putos, putas, coxias, camarins e bilheterias. Todos queriam rir. Tanto sofrimento, tanto riso. Um carnaval diário, encenado dia-a-dia, sem as amarras policialescas da quarta-feira de cinzas. Um dia o povo estenderia o Carnaval por todo o ano, ia lutar com a polícia, até vencê-la. Maria na Terra de Meus Olhos, 1975 -, fui e disse: "Todo menino ama os pássaros e odeia a polícia". Representar, portanto, era fugir da polícia. Nada a ver com a hipocrisia, que era uma distorção grave da tinta original. Também aqui se deviam separar as tintas das cores. A natureza estava repleta de tintas, mas tinha poucas cores. Não digo que não se alçassem à altura das nossas cores, mas, havia muito a fazer. Felizmente, para tanto, tínhamos os velhos olhos, que a pintura renovava com o sopro da vida às raras vezes que surgia um bom pintor. Os velhos olhos. As borboletas do homem -, diria. E não só do homem, pois vinham mais ainda do fundo, onde a noite era insuportável e o homem resolveu acendê-la. E não só o homem. Todos quiseram acender a noite. Muitos continuam querendo e a acendendo a seu jeito atrapalhado. Muitos morrem, porém, antes de vê-la acesa. O difícil em se pintar estrelas é que se parecem com vagalumes. À distância, para a pintura, a diferença entre uma mula e um cachorro está no tamanho do pescoço. Se estica o pescoço temos uma mula, se encurta, um cachorro. Bom seria começar com a tela branca. É bobagem por um fundo tintado e uniforme na tela antes de pintar, pois assim já se evita uma tinta. Se você acredita que um céu é azul, você pode pintá-lo de verde. Mas, prefira pintá-lo de azul. Pense nas possibilidades do cinza fazendo o azul; ou melhor, não pense. Pense depois, se pensar. Assim como um jarro de flor o céu azul está à procura de um bom pintor, que o repinte de um novo azul, mais anil e puro. Feliz o pintor que encontra o seu suporte, seja na terra seja no céu. Quanto mais novo o suporte mais original a obra, e vice-versa. Um dia só pintarei nuvens. É perfeitamente possível, em certos transes de arte, se inteirar com os vagalumes e sintonizar uma mesma dança surda com eles, cantada, ao bailado das luzes deles e das estrelas. É tão belo quanto ouvir estrelas, embora bem mais fácil. Eu mesmo já conversei com um pé de morango, já dancei com vagalumes, mas nunca ouvi estrelas. Ou seja, um pintor não deve ouvir nada, não deve escrever nada, somente pintar, e depois nem isto. Na verdade um pintor não deve nem ver. Digamos que veja e seja a natureza, mas, ao pintar, deve fechar os olhos. Descansar os olhos -, descanse os olhos quando estiver pintando. Pinte como se estivesse dormindo, sono fundo e reparador. Procure repor tudo que o tempo lhe roubou. Deixe, sonhe tudo também. Fique apenas com as mãos. E as mãos que lhe fazem carinhos. Pudéssemos ter somente mãos abertas e olhos fechados e saltaríamos com o mundo. Mas, a vida é curta e tudo anda devagar. Pintar, em muitos sentidos, é ter paciência. Não para acabar com o quadro, pois feliz o pintor que pinta rápido e sem errar, mas, parar com a vida. A arte é impaciente, mas só até fazer a vida. Depois, temos de ter paciência. Breve seremos cores. Aí sim, teremos saltado.
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