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Minha Vida de Pintor / XXXVIII

Medir. medir a arte. Que pretensão!  Como ousa aquele menino proletário de média classe média do subúrbio do Encantado, hoje, finalmente,  um ex-tudo, exceto pintor e escritor, poeta, aedo e cantor -, narrador e desde sempre jardineiro convicto... saber a medida da arte? A medida da medida? A própria arte? ...E tinha lá medida a arte? Era  ela a mulher, a pintura, um arabesco arábico ou uma bela estocada de Mathieu? Sem saber, plasmava alumbrado diante da extraordinariamente bela geometria intrincada e simples casando-se com mãos extraordinariamente competentes de artistas milenares, nos azulejos de Allambra e Recife, La Habana e Santiago de Cuba. Nem na China vi coisa assim. Ainda exulto com a lembrança da sessão de pintura de George Mathieu no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Presentes a resumida porém impressionante bateria da Escola de Samba da Mangueira e uma ala, a das passistas com algumas baianas, que sambavam e cantavam a beleza do cenário de uma outrora mangueira, que Mangueira sonhava. Sempre gostei de Escolas de Samba. Eu, vestindo negro como um Zorro francês (havia recentemente me apaixonado por Zorro, a ponto de ter ciúmes de Silver, imaginem), digo, entrei em cena (ou em estúdio) como o magérrimo pintor esgrimista, recentemente, como eu, realçado à fama eterna -, ele no mundo, eu em Ipanema. Bem; eram tempos sem internet e alguns artistas faziam malabarismos para aparecer nos jornais. Eram marqueteiros de si mesmos. Dali, dizem, não o conheci, passou por baixo do Arco do Triunfo de Paris montado num elefante só para ganhar uma manchete no Le Figarò. Outro dia, na Bienal secular, um artista pos umas formigas presas num vidro transparente para que os bienais visitantes pudesse vê-las comendo uns besouros. Nem Dali chegou a tanto, embora achasse que seus dedos, cuneiformes, eram imunes à gordura. Pois bem. Sujou. A bateria atacou aquele ritmo extraordinariamente brasileiro, corporalíssimo e, pegando a deixa, o bravo pintor começou a esgrimir-se com a tela, enorme e pendurada numa daquelas paredes de ótima acústica -, desembainhando pinceladas tintadas que iam se superpondo -, e tudo muito grande e às vezes escorrido mas como que controlado. Havia uma grande beleza naquilo. Uma grande elegância. Uma paixão. Todos os povos amam a Pintura mas só os franceses tem paixão. Não duvido que Mathieu seja uma invenção do Jean Boghici.
Duas Igrejas / Tiradentes / 1999
Que pintor! Um Modigliani, um Van Dick (ele e eu inventamos uma nova tela para a pintura, ele a de linho, eu a de poliéster, ambas velas de barco). Que surpresa. Havia um corpo de mulher ali. Uma mulher que certamente amou D' Artagnan....Eu olhava aquelas tintas distraídas e atiradas aparentemente ao léu (algumas até o venceram o espaço da tela, pintando o chão... como pollocks), e via a elegância evidente da arte e atinava, sem plena consciência, que aquilo estava sendo pintado numa tela vertical, em posição quase tradicional, ao contrário de Pollack, ou eu, por exemplo, que não temos tanta elegância assim. Da antiga maneira de pintar tinha ficado a elegância. Pego e não largo. Mas, justiça se faça, não digo eu, que estaria numa posição média entre ambos, já que pintava na horizontal, mas num cavalete horizontal, que além que me ajudar no controle das tintas (estes seres impiedosos e indiferentes) me permitia pintar a tela por trás, façanha que nenhum outro pintor conseguira antes, que eu saiba. Pintores extraordinários, tanto quanto aqueles anônimos pintores de letras e geometrias arábicas que não me saem da memória, embora não me lembre de nenhum desenho, tão bons que eram. Como na boa música tudo se esquecia, exceto Mozart. Entrava, tinha que sair, se não enlouquecia, dizia. Em resumo: não é que a medida estivesse em mim e em todas as pessoas. Simplesmente, as medidas, qualquer grandeza ou pequenez não existiam. Pois bem, isto quase todo mundo sabia, embora poucos o atinassem. Difícil era ter que viver de paradoxos, neste vale de lágrimas paradoxal. Artista, andante caminheiro, vinha cansado desde a primeira geração e fico imaginando o quanto (na exata medida) o povo do mundo desvalido estava sofrendo. Fome de tudo, injustiça geral. Ademais, a madrasta natureza não tinha se preparado, lerda que era, para enfrentar os cataclimas que seus filhos homens estavam lhe causando. Digo homem e digo ela, e exceto a pintura, repito. Digo eles, porém, e seus algozes, também. Uns choravam num banco de trás de um Mercedes Benz, outros nem entravam nos bancos. Promeu disse isto: eu sou a medida das coisas. Mas, Promeu, extraordinário escritor, mentia mais que o Paulo Francis, um ex-colega cientista, nas garras de um jornalista. Propunha Promeu  pensarmos se a exata medida não era para ser criada. Eu, pintor excluído das três únicas galerias comerciais que prestam no mundo, propus-me, por absoluta falta de caminho, deixar de pensar na arte. Que a arte pensasse por si só. Quem tem arte não pensa em arte, faz, pensa na vida. Um dia me disseram para nunca escrever e pintar numa mesma jornada. Escrevo há uns três meses. Há três meses que não pinto. Talvez ainda andasse em busca de encrenca, ao escrever esta Minha Vida de Pintor. Tremo só em pensar quando cito Bin Laden que a CIA vai achar que sou um lugar-tenente do saladino e me envolver numa trama diabólica e indestrinchável.  A escritora Lais Bessa disse que estava encantada com a leitura e que era um livro muito honesto. Mas, ao que parece, estão todos de bico calado, mesmo estando 37 capítulos já on-line e in progress. Onde o leitor? - repito, 30 anos depois. Mas, as caravanas ladram, os cães passam... e devemos voltar à medida certa das coisas, razão mesma destas palavras. Fosse eu um ser extra-universal e veria razão em crer no tamanho da tela. Afinal, se o tamanho não existia, como poderia Mathieu de gestos tão largos pintar num grão de arroz? Impossível. Logo, para nós, pelo menos na nossa medida, o tamanho existia e estava ali nos botando de cabeça pra baixo. Mas, provado que o tamanho não existia, só podia ser uma invenção humana. Simples, caro Watson. Isto explicava também a ereção que experimentei na juventude diante da Nàscita de Venere, de Botticelli, a mesma que se reacendera diante do show de pintura de Mathieu, nos anos 60. Alguém diria... também, pudera. Você era jovem, estava vagabundeando curiosidades pela Europa e atrás de um rabo de saia que lhe cozinhasse a janta e lhe permitisse um pouco do ócio do pensamento e ali, no MAM, com certeza, as cabrochas da Mangueira concorreram para isto. Ora, declino, renego. O sexo, o amor do Rio, não, eu me recusava a ter que jogar tais jogos, mais futebolísticos que artísticos. Desdigo, portanto, que a medida do amor seja uma seta cega. Longe disso, o amor é uma arte que se perdeu, algo a ser reposto, perdido talvez num coito copta no deserto do Sahara. E era mais que isto (se não fosse muito açucarado), o amor era arcaico. Origem impossível, impossível fora da arte, a arte o fazia possível. O amor. A arte não era o amor, mas fazia o amor. De modo que a escolha do tema a ser pintado devia ser condizente com o tamanho da tela, embora isto estivesse longe de ser uma regra. Que aliás, no caso da pintura era uma só: procurar ser o que se é, dentro e fora da tela (e no meu caso, também por trás da tela). Se estava vivo e ademais pintava, ou melhor, se pintava e ademais estava vivo era porque o amor estava em mim, conquistado pari-passu desde minha longeva enguia, em tantos seres transfigurados. Para anotação : em Marta, Júpiter e Eu / 1986, após vivência rude e elegante no campo, por 13 anos, era fácil acompanhar as mutações das mariposas noturnas. Na verdade, a cada geração, surgiam diferentes por fora, e imagino que também por dentro, pois pela aparência eram bem diferentes a cada ano. As cores, portanto, eram invenções das borboletas e outros seres vivos e avíticos. Mas, seriam dos minerais e dos etc e tais? Dissequemos isto: quando se pinta numa pedra vê-se que o mineral pulsa, exatamente como uma tela pintada. Conheci pessoas que os vem mexendo. Um dia no esplêndido Museu de Mineralogia de Ouro Preto tive a honra e o gozo de conversar com um topázio imperial rosa que me encantou. O local era muito romântico, como um grande cofre de Ali Babá tenuamente iluminado para a beleza e o amor. Ela, ele era ela, ela me disse, ou melhor, me perguntou seu eu teria coragem de roubar seu coração, e pisco-me os olhos, como que estivesse a me convencer a roubá-la. Não pensei duas vezes. Não podia me transformar num palhaço que ao não roubá-la estaria lhe roubando o meigo coração de dama gema rosa imperial. Preferi a prisão. Ouro Preto, como se disse, é o melhor lugar para um artista ou um revolucionário ser preso. Não porque ali não reine Bobadela (até hoje ele me persegue pelo fato dos moradores da cidade terem posto ao lado da sua placa na Rua Direita, o meu nome e a direção da minha arte, num certo sentido, a arte deles). Ali,  o Conde ainda o reina com mão de ferro. Um dia, imaginem, quis impedir que eu soltasse as minhas pipas na Praça Tiradentes. Ameacei denunciá-lo à Wikipedia. Ele cedeu, mas por 15 dias sofri pressões insuportáveis. Prenderam meus amigos Julian e Judith Malina. Uma vez o terrível inimigo me levou diante de um necrófito juiz, ladeado por dois guardas e um advogado inconsciente, que me mandou prender na histórica cadeia que hoje leva meu nome, e onde com glória e eternidade esteve preso também, se não me engano, Alvarenga Peixoto. Mas, só por uma noite, pois formado em Direito, ex-jornalista famoso, pintor consagrado no Brasil e reconhecido no exterior, citado no Grande Dicionário Aurério fui transferido para a mansão colonial da Casa do Artista Brasileiro, recém-restaurada, onde, de tanto receber visitas e telefonemas de todo o Brasil, minha prisão se tornou tecnicamente insustentável, ao que tiveram que me soltar. Mas, jamais devolvi a gema. Era dela e eu a presenteara num ato de coragem. Era como pintar como Mathieu, cheguei a pensar. A sorte ajuda os pintores. Coragem. Um dia, insano de amores perdidos, roubei-lhe a gema e a devolvi num impulso à natureza, mãe de todos os desatinos. Mas, prossigamos:
Teriam sido 25 anos suficientes para que surgissem os novos leitores, capazes de lerem a nova literatura, ou ainda estávamos ilegíveis, por graça e ignorância de Deus? Se ninguém sabia de Maria, nem de Marta e muito menos de Promeu qual sentido teria Minha Vida de Pintor? Tinha filho menino, filha menina e moça, tinha mulher que amava e ainda podia gastar meu pouco tempo de vida pintando quadros, que me valiam uns bons cobres. Que sentido tinha escrever, quando se podia pintar? O mesmo valia para a Ciência, e em especial para o biologia e a química. Se olhássemos para o muito pequeno ou para o muito grande o que veríamos era um mundo sem cor, tal as misturas inconseqüentes das tintas e a pobreza das luzes. Não digo que fosse de tudo ruim, pois o preto e o branco, não sendo tintas, podiam ser pretos e brancos, senão eram cinza, e estávamos no campo dos desvios naturais, as chamadas " tentativas de tartaruga", e que alguns cientistas e filósofos tanto insistem em afirmar.
Flores em Azul / 1999
Em verdade pintar neste mundo sem pintura era pior que pintar na pedra. Era um espanto. E muito mais viver dela. E esclareça-se que um pintor deve viver como um ministro da comunidade, a representando nos bailes e conferências, e principalmente junto às cortes estrangeiras, onde comumente são chamados a pintar e a receber em florins de ouro (de gravuras intencionalmente parecidas com a pintura, prova evidente que o dinheiro quer imitar a pintura, tirando dela a vida, e a engolindo num sorvo). Também pudera. Havia muito gosto em escrever. Arte nova, de muitas tintas, era árdua de se levar. As palavras tinham que ser belas, mesmo que fossem o preto no branco. Tinha tudo que ser preto no branco, e daí a invenção das cores. Os músicos, surdos e de ouvidos atentos a tudo, a chamam de "coloratura". Uma bela palavra. Tão linda quanto cor. Depois, como pintar Mathieu, e pra que? Mathieu não era para pintar. Teria que ter as cores das palavras, e não pensem que as cores não tem som, ritmo, duplos e múltiplos sentidos como as palavras, e que não podem ser inventadas infinitamente. Elas podem e devem. Assim, pintar, creio que repito, era como escrever, embora escrever estivesse mais perto de pintar. Os pintores, principalmente os excêntricos, vinham da escritura. Raramente da pintura para a escritura. Seria isto uma prova da necessidade da inteligência na pintura? Um cientista podia deixar suas ervilhas para ver se explodiam. Os pintores não. Os escritores podiam receitar drinks em La Habana, os pintores não. Tínhamos que pintar os bambús de Cuba, os canaviais e as fazendas de café do Brasil. Tínhamos que pintar a nossa vida. Houve um tempo, o tempo de Wallace & Darwin, em que os cientistas desenhavam e pintavam enquanto recolhiam suas piratarias inocentes e sem muito dolo. Hoje, só escrevem. Assim como falta arte na arte, falta  a ciência colorida. No possante microscópio é o cientista quem dá as cores, para poder melhor reconhecer as proteínas, já que aquele é o mundo do preto e branco. De modo que deve ser contaminação o fato da ciência se degradar como entidade autônoma, já que tudo é arte quando arte não é. Senão vejamos:
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