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Minha Vida de Pintor / XLII

Também a Imprensa, onde fui (e, em certo sentido, sou) jornalista é nefasta ao desenvolvimento da pessoa, e não só, pois outros seres padecem sob... Poncius Pilatos. O ser da arte, por exemplo. E quando digo Imprensa digo livros, canções, políticas, arquiteturas e enfim, tudo que possa formar opiniões, desejos, estéticas e tudo mais que hoje padecemos por não ter... sob Poncius Pilatos. A primeira das grandes distorções é o monopólio das informações, que resultava em informação nenhuma, ou pouco, seguido da inevitável seleção das notícias a serem publicadas (e as não publicadas, quase sempre mais importantes). Enfim, regia o dinheiro e a cara de pau. Mas falemos de Ruy Castro. Nos meus tempos de jornalista profissional era talvez o mais confiante dos meus ex-colegas do Correio da Manhã, principalmente em musiquinha (sem preconceitos), quadrinhos e, a  bem que se diga, escrevia criativo. Ademais,  tinha humanidade, uma espécie de bondade com coleguismo que se manifestava pelo humor e pela solidariedade diante das comuníssimas perdas de emprego que sofríamos. Agora vejam, se apropriou das Cagarras (as cagadas), ele que é de Caratinga, Minas Gerais -, e nunca morou em Ipanema, pelo menos na época em que Ipanema era o Brasil. Posso garantir que assim como não vi Marco Polo na China não vi Ruy Castro em Ipanema. Em resumo: era brilhante mas não era "bright”. Devia acreditar em Deus, este grande cacique do partido aliado. Talvez tivesse mau gosto. Apoiava Nelson Rodrigues, namorava a turma do Pasquim. Flertava com o animado, o sacárstico José Lino Grunewald, poeta concreto valoroso e mais que concreto, parecido fisicamente com Oscar Wilde, e inspirado em Dante e Duke Ellington. Bem, o que aconteceu com os jornalistas que não tinham conseguido ser artistas? Pouco interessa, muito pouco. O interessante, o inesquecível era, digamos, o "clima” da redação. O mais artista de todos nós (na época eu era apenas um bebê-Deus), era o também poeta Reynaldo Jardim, que havia enchido as redações de jornalistas, digamos, artistas. Incluía-me nestes outros, pois entrei e sai  do jornalismo mentindo. Digo mentindo, mas creio que tenho escapatória, pois simplesmente disse pra ele na entrevista de admissão que já tinha trabalhado no Jornal do Brasil (o que era uma meia verdade, e aonde mais tarde vim realmente trabalhar). Imediatamente ele me contratou, e saibam os senhores que à época, eu que fora o texto artístico mais isento e erudito da imprensa (conforme o Brazil Herald) mal distinguia o eme na frente do pê e bê. E mesmo assim... ora, o grande crítico é o crítico do jornal grande - diziam. Mas nem sempre. Ocorria, ainda que raro, que um jovem crítico fosse grande num jornal grande. Ou seja... só o pessoal das oficinas podia fazer greve e parar o jornal (mas já ninguém diz isto, uma das máximas de Hilcar Leite, um jornalista brilhantemente trotquista) e eu, digamos, grande crítico no jornal grande, que era estuprado dia-a-dia naquela redação maravilhosa. Fumava, bebia, e só não jogava porque era despossuído -, mas fazia tudo muito bem, ainda que minhas palmas das mãos se enchessem de vapores adrenalíticos. Contudo, confesso, sou um saudoso da Imprensa. Outro tipo inesquecível foi o Armando Stronzemberg. Um dia ele me pediu um artigo para os Cadernos de Jornalismo e Comunicação do JB e eu escrevi alguma coisa tão complicada que nem eu mesmo entendi, mas ele gostou e publicou. O Alberto Dines, já naquela época, tinha muito poder. Sempre foi poderosíssimo. Salvou-me o Zuenir Ventura, que era sabido e manso, e de esquerda e também  de bom coração. Ninguém tinha o monopólio do coração, mas Zuenir era o nosso maior protetor, pois naqueles tempos (como hoje) era comum os jornais dispensarem levas e levas de jornalistas de uma só vez, e de modo que sendo grande a rotatividade e grande a competição estávamos sempre saindo dali e escrevendo lá, ou acolá, na busca do malfadado adorado puto. Mas, como éramos bajulados! Nem um artista famoso e rico como eu hoje recebe mais afagos que os jornalistas daquele tempo, inclusive eu. Imagino que isto deva ter piorado. Malvado malfadado mundo. ... Saudades da redação do Correio da Manhã, do Jornal do Brasil, da Última Hora, de A Notícia. Enfim, éramos todos grandes alguéns ali, tínhamos um emprego. Foi difícil me desempregar para ser pintor.
Mas, neste mundo desta cultura sem saltos, nada passava sobre a terra, e ainda os poetas não são eleitos e tudo é ainda por demais enganoso. Todos se candidatam e ninguém é eleito. Mas, eleito pra que? Valia alguma coisa? Claro que sim. Porém, como dizer a um pobre nem tão pobre trabalhador, já que trabalha, coisa rara hoje em dia, e na verdade sempre, pois pirâmides e guerras foram e são empreendidas para ocupar mão-de-obra, ou algo parecido, já que jardineiros não eram, que, enfim, como dizer que ele e também de muitas maneiras eu, porém menos que ele, estávamos ambos errados na forma, e por conseguinte, errados no conteúdo. Nossos corpos, por inteiro, eram de outros tempos, tempos de guerras e superstições, não muito diferentes dos de hoje. O meu, por exemplo, por acharem que eu saltava como um bailarino, das escritas pros jornais e destes para as artes plásticas, plastificado no ar, coisa que nunca fui, fiz ou quis, e toda hora me era creditado. Pesado pesadelo. Bem, eu não sou artista plástico, sou pintor.
A Igreja de São José vista do estúdio do pintor em Ouro Preto / 1991
Um dia, desses que foram feitos para nós,  fui passar um fim de semana nas Itatiaias mineiras e nunca mais voltei ao jornal. Larguei tudo, fui largado por tudo, jornais, Ipanemas, até o mar me faltou de vez. Perdi minha mulher de ouro e ninguém quis me perdoar por permitir que me roubassem o banco. Tudo somado, ganhava uns 10 mil dólares, larguei tudo e tudo que o Rio significava, e ali naquele matão do Mirantão vivi as a fool on the hill por treze anos. Fiquei pobre de perder os dentes, peguei tuberculose sem o saber (e me curei também) e escrevi dois livros de literatura, éditos e inéditos, e realizei umas mil e tantas imagens desenhadas, riscadas e pintadas. Pois é, um refúgio de vida é também um refúgio de morte, e não fosse a escritura e a pintura eu teria enlouquecido, se é que já não me faltem os parafusos. Então, nesse dia todo meu, insisto, pintei de memória, terrível memória, o pátio do hospício do Engenho de Dentro, que vi quando menino do Encantado do alto de um alto muro. Alguns estavam nus, outros vestidos e uns semi-nus, e outros fantasiados. Lembro-me de um coroado de lata, um Napoleão de chapéu de cangaceiro, um crucificado numa cruz invisível. Seres tomados, de grande magnetismo, capazes de se comunicarem de maneira imediata e eterna, apenas por sua condição, e fatal excentricidade. Um deles, lembro, olhou pra mim. Senti medo. Creio que ele também. Eram fronteiras, portanto,  invenções chinesas, nada mais. Muralha inconquistável e indefensável. Pensei. Nem muros nem muralhas podiam resistir à revolução cultural de Xian Xing, a minha atriz preferida, pois as nobres intenções humanistas, a generosidade, a verdade, a solidariedade, a justiça, a beleza, enfim, iriam a tudo derrubar, transformando os tijolos em coloridos confetes. E nós lá.
Subida da Matriz de Tiradentes / 1998
O Carnaval, o Carnaval, o Carnaval. É bonito, muito bonito, mas, podia a nossa revolução cultural ser o Carnaval "continuado”? Que começasse na quarta-feira de Cinzas e terminasse renascido das própria cinzas? Com certeza. Seria o sexo, o futebol, o chope e o Carnaval a tão sonhada revolução cultural? Bem, creio que sim, creio que não. O diabo era a Imprensa. Como por a Imprensa pra sambar ou sambar com a Imprensa? Na verdade, a informação já declinava. Já ninguém confiava. De repente (e ainda dizem que salto não existe...) o bobo do povo perdeu a confiança. Via, comprava, mas não confiava. Era, podia até ser, mas só porque não tinha escolha. Se pudesse seria outro, outra. E, ainda que pouco, podia pensar, e podia. Podia ...ao invés, digo eu, que pintava. Cansar, cansar de pintar. Jornalística vida a de um pintor-escritor destes Brasís enganosos, pois quanto melhor mais difícil, quanto mais difícil mais mortal. As telas não eram vistas e os livros não lidos. Só se ouviam tambores, foguetório, fogos de artifícios -, lindos, mas monótonos, num barulho interminável. Personagens sem pessoas, presas que estavam, celulares.
Talvez a solução fosse os jornais só saírem dia-sim dia-não, e as tevês só transmitirem de quatro em quatro dias. As escolas podiam fechar por uns três meses, e se darem férias gerais. Assim, talvez, com estas interrupções saneadoras, o homem pudesse saltar. E tanto isto é verdade que a pintura é a arte do salto, ou seja, a melhor hora para se pintar é entre o dia e a noite, quando se pode saltar. O dia começa com o Sol já pintado e a noite é um infinito fundo negro, onde todas as cores se encontram. Gotículas suspensas na atmosfera são cristalizadas pela luz do Sol que as fazia azuis. As nuvens são pleonasmos coloridos e o por e o nascer do sol subverte o azul da imensidão negra. A Alegria é azul, anil... Às vezes penso que o preto é a mais linda, sensual e quente das cores. O amarelo, quando bem admirado, pode provocar ereção. O verde quando em presença do negro traduz o melhor dos pensamentos. A prata e o ouro estão na natureza, e se estão lá devem estar na tela.
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