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Minha Vida de Pintor / XLV

Justamente a justiça. Pintar como o Rei Salomão...  ao pincelar esta "Caraíva com Reflexo” vejo Canaletto refletido nas águas de Veneza. Puro paralelismo. Encanto dourado. Prateado. Tudo muito belo ao lado da miserável justiça. Ora, era a miséria bela? De onde vinha a injustiça? Da guerra. ...que tremulou os reflexos de Canaletto e os meus, calmos reflexos, em Caraíva, uma aldeia de mar, no sul da Bahia, Brasil. ...Caraíva dos reflexos. ...Ao vê-la lembrei Veneza, uma borboleta de asas ou areias brancas pousada num rio às portas do mar, onde nada refletia. Ao contrário de Veneza, onde os reflexos nos chegam à alma, ali naquela pobre vila de pescadores e turistas ricos, os reflexos inexistiam e confundiam. Ricos turistas de Veneza que já pagavam para Canaletto pintar. Hoje, ao invés de mecenar, os institutos saprofitam dos artistas acomodados, desatentos ou pobres de coração... Bem, era sexta-feira e logo me lembrei de Robison Crusoé, o índio que sempre quis ser. Sim. Dormir ali naquelas choupanas que haviam vencido o modernismo enfurecido, com o Rio Caraíva na cabeça, e os pés no mar... era como flutuar no próprio mar, uma verdadeira pintura -, e assim, a imaginação vencia o mundo continental, o mundo dos homens de Bush, aqui como lá. Salomão julgava, Bush não. Lutavam guerras inexistentes contra traficantes que criavam. Ponto. Mas o que mais tocava naquela  Veneza nossa era o reflexo das casas nas águas do rio, que ali se unia ao mar, reflexos que, diga-se, não se viam na realidade dita real, mas que existiam, essenciais, prontos para serem criados, ali de cara na obtusa realidade. Não haviam leões nem palácios de doges, nem pontes suspirantes de homens sem reflexos. Nada. Não havia nem cadeia - só aqueles casebres que haviam vencido o modernismo avassalador. O São Paulo destruidor. Mas, por pura luz,  ali refletia Veneza, luscos, colors e clarividências tremulando sobre a água, delicadamente, só que aqui paradas. Em Caraíva,  reflexos na água parada, sem tremor. O que mais poderia pintar? nesta América sem cumbre? Sim. Queria pintar Guantânamo (assim como o liberalização da produção doméstica de sorvetes -, ia pedir a Fidel pra me deixar pintar Guantânamo, a terra das guajiras mohiteras). Sim, pintaria um julgamento justo para Saddam Hussein. E o mesmo para Bush & Cheeny. Todos no meu tribunal. Enfim, havia uma corrente pré-salomônica e físico-cultural de eventos lerdos se apossando de mim, mais lentos que a razão, que a tudo condicionava implacável -, só a arte conseguia romper aquilo, e mesmo assim, restariam seqüelas do salto. Respirar, sim, poderia limpar as seqüelas e fazer alguém pintar.
O Cais da Balsa de Porto Seguro / Bahia / 2000
Pintar, portanto, colorir reflexos e fazer justiça com as próprias mãos, já que a arte era pessoal e intransferível - e estava acima de qualquer justiça. O dinheiro, em suma, era a expressão da prisão, e como a justiça, a própria prisão. Tendo ou não tendo, nos mantinha na prisão. Esperançoso falso dilema: não julgar para não ser julgado, ou tudo julgar e deixar-se julgar? Creio que com o fim do dinheiro e do trabalho pago os reflexos ganharão a nitidez que só o original tem, isto é, vamos poder ver sem julgar, ou julgar vendo, tudo, vendo nada, pois o que importa, a vida da arte, está atuante ali. Para baixo e para cima, para os lados e para a frente a Justiça se assemelha às pinceladas de um pintor. Assim, julgo conveniente que além do natural prazer, o ato de pintar possa ser pleno de Justiça. E não pense que falo de justiça divina, algo, aliás, bem mais evidente que Deus. Explico-me: Deixar Deus e ganhar a graça da vida vivida não é lá tão difícil. Difícil é não ver as injustiças do mundo divino. Justa vida, justa arte. Aliás,  anos 60 que sou (também), digo que nada me surpreendeu mais que ver o quanto o mundo andou pra trás. Nunca imaginei que depois da possibilidade da arte o mundo viesse a restabelecer a Justiça, como uma nova falsa moeda,  fria e poderizada, como soe. Era a hora de se ter voltado com a pintura. Bem, tenho certeza que a guerra pode acabar, que o dinheiro pode acabar, até porque são ambos falsos e tudo que é falso pode acabar. A guerra é, foi e sempre será...  Cheeney, Dick. São feitas por homens presos, pois os livres não guerreiam. O dinheiro, acreditem, pode ser perfeitamente substituído pela pintura, pela canção, pela representação, pela arte, enfim. Que se paguem aos consumidores com o verdadeiro dinheiro... e note-se que na fábula da invenção do dinheiro o valor estava na arte do anel do Rei e no poder que ele representava. Na raridade da gema, na liga do ouro. Mas, se o Rei é o Poeta, como no Docodema, se o Rei é Promeu, pra que dinheiro, e ademais falso? Eu, o falsário do dinheiro verdadeiro. Enfim, do mais alto píncaro da minha humildade, digo que não haverá justiça enquanto houver a guerra do dinheiro, que priva o homem da arte e de sua vocação à pessoalidade. Surpreendentemente, Promeu, o que Amazoneu, já nos anos 70 previa o fim do dinheiro, o mundo dos poetas e jardineiros e da justiça geral e irrestrita que nascia do direito de querer nascer, a maior das liberdades. Ou seja, o que mais gosto em Promeu é que não é um herói que morreu, e sim que nasceu. Mas, quem leu Promeu, o melhor livro que você não leu? Ninguém. Portanto, a justiça não podia jamais ser editada. Quanto menos édita mais publicada. Só a satânica Justiça faria um livro ser editado e publicado ao mesmo tempo. Daí eu ter engavetado Promeu, o achatando, e começado a pintar, ou melhor, a transcrever tudo que não via senão visionadamente, e só depois disto, a tarefa mais prazerosa da minha vida, foi que comecei a pintar. A Justiça, como a Pintura, era assim e sempre seria um auto-retrato. Fosse uma maçã ou um doutor patológico tudo se pintava do mesmo jeito. Era a lei do campo unificado da pintura. Pois êxtase com a imagem, que eu saiba, só Fra Angélico (e eu) tivemos. Assim, deve-se pintar como se julgasse mil decisões, todos os dias, artisticamente. Cada ponto um parecer, e cada parecer uma súmula e embora tudo fosse diverso, pintar era como julgar, no sentido das buscas das evidencias e garantias do contraditório, pois ali como lá, julgar ou pintar, tudo começava com a arte. Não havia injustiça na arte.  Regra férrea da pintura, maleável justiça.
A Igreja da Ajuda, de Porto Seguro / Bahia / 2000
Mas, voltemos ao trabalho: Temos uma Fundação, que leva meu nome, apenas engatinhando, graças ao esforço de alguns amigos, mas já com um bom patrimônio em obras e imóveis, principalmente intangíveis, todos ganhos com as minhas pinturas e espertezas. É difícil fazer funcionar uma Fundação isenta. Se me perdoe, ouso dizer que uma Fundação artística é uma purificadora do dinheiro, como penso que é a venda da pintura e da boa música. Ou seja, devemos refletir sobre isto e, se possível, purificar a maior soma de dinheiro possível, venham de onde vier. Na verdade quanto pior a origem mais purificável. Toda origem era suja. Mas, é preciso impor limites e qualquer solução, hoje, passa pela pessoa. Profundamente ligada à história espontaneísta, nossa Fundação busca a literatura e a pintura (o belo silêncio), figurando uma certa organização política e uma certa razão -, tudo belo, artístico e independente. Exemplo. Como disse, tenho um casal amigo muito querido, os Vicente Botin e intentamos ambos ajudar a salvar La Habana da eminente ruína. Digo ambos, mas nossas mulheres, Sol e Cidinha em muito nos incentivaram. Mas, objetivando ganhar forças, já combinamos ir juntos à Granada (terra sonhada) no ano que vem. Espanhol, ele conhece muito bem a cultura e a arte íbera-americana e tem comprado livros maravilhosos nos sebos de La Habana. Imaginem. As obras completas, princeps, de Quevedo, ali expostas na calçada, embaixo do baobá. ...Eu mesmo, ainda que em escala muito menor e bem mais superficialmente, tenho ligações profundas com a Espanha, sendo minha avó paterna da Galícia e, tanto quanto isto, quase fui preso no Brasil da Ditadura militar por montar um espetáculo em comemoração aos 30 anos da morte de Garcia Lorca. Neste exato momento, em que procuro âncora filosófica para o meu livro, penso em Unamuno e Cervantes. Como ser o Don Quixote que deu certo? Um humanista da pessoa? Um pessoalista. O Brasil, como a Espanha, e o mundo todo, por enquanto, é prisão no paraíso. O Rei Hugo Chávez disse que o Ditador espanhol era fascista. Ilusão de justiça, generalizada. Deve haver coisa melhor. Temos que poder sonhar Buda e ser São Francisco, que falava aos dinossauros. Em Minha Vida de Pintor desenvolvo um filão muito emblemático com o Príncipe das Astúrias -, seja pedindo-lhe que me nomeie pintor (e jardineiro) do Rei, em La Zarzuela, seja me convidando para transcrever visionadamente as pinturas das grutas espanholas e relacioná-las com as do Nordeste brasileiro (já pintadas por mim, e talvez mais antigas) -, seja pedindo que salve La Habana (a bela Espanha do Caribe), que está caindo, morrendo como um amor de bolero. Um dia, em 1986, recebi uma carta do Príncipe... com o belo carimbo em alto relevo da Casa Real no envelope. Eu morava em Mirantão, um arraial paupérrimo do Brasil paupérrimo, quando chegou a carta do Príncipe. Foi um escândalo. Pensaram que eu era rico, um monasquense fugido, talvez.
No livro, creio que já narrei os felizes infortúnios que me impediram ver satisfeitas as minhas súplicas ao Príncipe, o que poupo os leitores, contudo...
Caraíva com velas / Sul da Bahia / 2000
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