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Minha Vida de Pintor / LV

Bem, deixemos de lado o velho bom senso. A imagem retiniana é de cabeça para baixo e, no entanto, vemos o mundo de cabeça pra cima. A isto chamamos realidade. Se olharmos para o fundo de uma colher, as imagens aparecem já corrigidas. Nossos agradecimentos à colher. A roda de um carro, lá pelas tantas, parece girar ao contrário, como nos antigos filmes de Hollywood. O azul é sempre resinoso nas montanhas de Minas. E o córtex visual, dizem os doutores, localiza-se na parte de trás do crânio, mas, devido a um grande mistério, não vemos como se estivéssemos olhando por detrás da cabeça. Pessoas alijadas de um membro do corpo dizem sentir sua presença. Na arte, vê-se o futuro. Um dia vi um tarot de Marseille pela primeira vez na vida e de pronto pintei um tarot libertário, mas belo, onde as pessoas pudessem deixar as cartas, e que não mentisse jamais. Consegui por José Lopes Zapatero no Poder, tirar a Espanha do Iraque e ainda mandar meu amigo Vicente Botin para chefiar a representação da TV Espanhola em Havana. Uma vaticinação desastrosa, admito. Cuba. Quisera minhas cartas hoje poder convencer este Israel das bonanças a não brigar com os vizinhos. Um livro, portanto, a não ser que você tenha um escritório de redatores a seu lado para auxiliá-lo, é um composto de encadeamentos que vão se materializando naturalmente, como se palavras puxassem palavras e os fatos se desenrolassem num novelo intricado e simples.
Flores para Cidinha / 1990
Hoje, 30 anos depois de publicado, Maria na Terra de Meus Olhos me parece um livro conciso e encadeado, livre mas possuidor de uma lógica de ferro. No entanto, na época em que o escrevi não creio tivesse o domínio sobre ele. Era um tempo também ditatorial, onde as palavras tinham se reduzido brutalmente.Tô na minha, tá na sua, pois que pra que conversar? O burro do Wilson Cunha disse no Jornal do Brasil que Maria era um eflúvio, tâo somente. Fantástico. Intuitivamente, a acima foi uma conclusão a que cheguei, anos depois. Maria queria revelar a força libertária das palavras, no caso através da verdade que encerra a beleza. Marta, Júpiter e Eu, que publiquei em 1986, é um bloco monolítico -, e também não ousaria dizer que meus tempos de Mirantão, quando o escrevi e vivia "as a fool on the hill”, distante o bastante para estar no mundo, sem eletricidade para me ionizar, completamente, sem telefone, para tudo dizer sem precisar ouvir, senão o canto da água correndo nas pedras pretas do Ribeiro da Prata - eram um tempo de grandezas, montanhosos. 13 anos a Mirantão servi. Não, jamais intencionei escrever de maneira tão "centrada”. Na verdade não tinha intenção nenhuma. Era escrever para viver, e só. Escrevi de um jorro só, sozinho, em completa fruição, anos a fio. Eu Promeu, então nem se fala -, ao longo de quatrocentas páginas escritas em esboços nos campos, de prancheta, olfo e lápis, sentado numa pedra, num toco de pau... 1400 páginas trabalhadas em 440, finais, derradeiras como jamais. Ao longo desta via Promeu vai perguntando se valia a pena nascer. Tenho certeza que era voz vinda da mente, não destas normais, mas de uma ordenação computacional muito inteligente e bela -, ao ponto de quase sem o perceber me perguntar se eu, e muito mais que eu, nós, deveríamos nascer. Se nascesse teria esperança e o mundo escaparia da morte... mas, nada calculei, nada pensei, nada copiei. Como disse, ou ainda não disse, eu era um cavalo que mal dominava minha mente, que a tudo ordenava. E obviamente não era só inteligência, era também e muito mais, consciência. Deveria eu nascer? E comigo nascer Promeu?
Bem, na pintura esta "previsão natural” é ainda mais evidente e imediata. Findo o quadro, resta a surpresa: de onde teria vindo? Isto não está ali. É vida que só vive ali. Bem, seria o talento (estas moedinhas de prata) suficiente para explicá-lo? Claro que não, e a maior prova é que as pessoas vêem sempre algo "extraordinário” no fazer artístico. O gênio do homem artístico faz uma arte genial e muitos crêem ali estar o dedo de Deus. A graça do Espírito Santo, o mais belo cavaleiro dos cruzados, este sim devia ser o meu Senhor. O dedo de Deus. Era o dedo de Deus versus a mão do homem, o tempo todo. Evidentemente eu preferia a mão humana, ainda que rubra de sangue. Livre e altaneira para trabalhar, é melhor (é melhor o trabalho não pago). Pois o difícil não é a arte, e sim os percalços da vida ordinária. Quase adoeci de tanto lutar pelos meus direitos no meu plano familiar (pago) de saúde. Insatisfeito, ainda estou tendo de escrever, ao invés de pintar, e para me defender, o que é pior, pois não vejo nada mais nobre do que o bom combate neste mundo de poderosos covardes, enquanto existir -, tudo porque uma senhora achou de implicar com a empena de meu lindo e elogiadíssimo estúdio de duas águas, em Tiradentes, Minas Gerais, 12 anos depois de construído. Ora, o telhado em duas águas e a belíssima empena que forma é uma das maravilhas da casa mineira, dos seiscentos aos oitocentos, e de todo o Brasil, sendo a mais forte característica dos telhados de Tiradentes -, onde abundam -, e de todas as maneiras e ângulos. Ademais, o Grande Aurélio, nosso dicionário maior, diz que beco é rua, e o telhado em questão está até mais próximo do beco dos fundos da minha casa do que da rua da frente, onde está a antiga casa. Digo isto porque a tal pessoa, que aliás estimo, diz que a empena só é permitida para casas que dão para as ruas -, sendo que a minha dá para um beco e para uma rua. E beco é rua. Com nome. Iluminação. Pavimentação. Ajardinamento. Ora, também a casa original, que dá para a Rua da Câmara, a Ladeira da Matriz, é de duas águas, e na mesma posição que o da casa de trás. Complete-se dizendo que o telhado aprovado, e que não foi feito, era uma aberração. O próprio pedreiro decidiu por ele mesmo não fazê-lo, tal a dificuldade, o custo e o despropósito de um telhado de 6 águas numa construção de 55 metros quadrados. Ele, um pedreiro genial, olhou em torno e viu centenas de duas águas e, sem nem mesmo me consultar, fez o telhado que era possível e da melhor maneira, a óbvia. Imaginem os senhores que o tal aberrado telhado não executado, no estilo chatô-chalé neo-alpino (e que foi aprovado) levantaria duas altíssimas cumeeiras sobre o vizinho de cima,  que não o admitiria. Uma grande sabedoria das antigas cidades mineiras é que não se deve brigar com os vizinhos -, e eu, que não brigo com vizinhos, vejo-me forçado a brigar com o IPHAN, que é também meu vizinho, logo ali na segunda casa abaixo, nos Quatro Cantos, onde aliás muito recentemente expus 24 telas de Tiradentes Revisitada, neste meu trabalho de pura e verdadeira contrapartida social. Mas sei que não há maldade nela, pois esta senhora, tão pouco suave, está presa numa armadilha que é o próprio IPHAN. Refiro-me tão somente ao caráter autoritário do serviço, que ainda não é gerido pela comunidade, pois a esta não lhe é permitido deliberar sobre seu próprio patrimônio, no caso patrimônio material e imaterial, tombado e pessoal. Creio tratar-se de um resquício autoritário das ditaduras, vindo do longínquo Portugal medieval e do Brasil Colônia, passando pela Ditadura de Vargas e pela dos Militares de 64. Enfim, este antagonismo desnecessário com a comunidade e as pessoas, gerado pelo importante órgão público, de grandes serviços prestados ao Patrimônio Artístico e Histórico do Brasil, é inadmissível, até porque é a comunidade a dona dos imóveis. Resumindo, acho que está faltando estética no IPHAN. A começar pelo nome, já que estética é verdade, e suas iniciais falam de um F que não existe, ao invés de Patrimônio Histórico, claramente. Falta estética. Nem diria a estética tão-somente dos pedreiros, mas que os processos e opiniões fossem decididos pela estética comunitária. Não são em sua maioria as pessoas da comunidade que estão descaracterizando o patrimônio. Antes, é esta oposição criada pelo Governo com a comunidade, representada pelo alijamento decisório das pessoas, repito, sobre o seu próprio patrimônio, é que desarmoniza e desequilibra as relações, provocando enormes danos ao patrimônio histórico e artístico público e privado. Conclusão: Tiradentes foi salva por um pedreiro, que construiu a mais linda empena da cidade, capaz de ser positivamente invejada, coisa aliás  rara entre vizinhos. Sorte minha e geral é que tudo que reluz é ouro e tudo que balança cai e aos poucos o IPHAN vai melhorando. Tiradentes respira liberdade. Acredito nos novos tempos. O diabo é que isto me tira da pintura -, e da leitura, já que estou lendo o Steve Pinker (um pouco mais "rosado” que o Richard Dawkins) e de quem a qualquer momento falarei, se é que já não falei.
Mais Flores para Cidinha / 1990
É o que digo, meus estimados leitores. Grande foi Tristão Araripe, o único brasileiro a roubar dos ingleses, o único que os derrotou. Um dia de noite, ele, o comandante dos confederados equatorianos, após tomar Aracati, tomou o brigue de guerra inglês do Lorde Chrocane (de quem aliás a neta veio a casar-se com um neto seu), ancorado na entrada do Jaguaribe, e pegou o ouro inglês que o Imperador pagou pra ele, para reprimir os revoltosos da Independência e da República. Tomou o ouro e retomou Aracati. Tudo isso numa só e memorável noite. Belo Tristão, foi o primeiro presidente da republica do e no Brasil, pois foi o presidente eleito, republicano, da Confederação do Equador. É; ninguém sabe disto. É um país de operetas sem libreto. E que não existe. Pois bem, temos que aproveitar isto. Por sorte não somos um país. Somos muitos. E Tristão, o bom ladrão (e tanto que foi martirizado e posto a secar esquartejado no sol do Ceará, por três meses!). Por três meses as partes de seu corpo secaram ao sol que o mumificou, e assim venceu a morte. Os ingleses nunca lhe retomaram o ouro tomado, se é que o era. Tristão, nas garras do Imperador furioso, açodado pelos ingleses humilhados, deixou Aracati e guiou-se à Serra Azul, onde estava seu amor Ana, depois Triste de Alencar Araripe. Mas não. Tristão não era só Alencar. Tristão era Araripe. Fundou uma estirpe. Uma estirpe de cabras, como diria sua mãe, a heroína Bárbara de Alencar, minha sexta avó, e que ficou com o ouro. História do Brasil do Ceará. O Brasil precisa contar.
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