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Minha Vida de Pintor / LVII

Pois é, um dia, nem feio nem bonito, Zizinha morreu. Em 20 anos de vizinhança contígua e contínua jamais briguei com ela. Criou meus filhos como avó. Minha água da chuva corria para a casa dela e nunca ela me responsabilizou por isso, pois sabia que água de chuva não se segura. Mesmo eu, de exagerado e obcecado prazer com o silêncio, não digo que me divertia mas me confortava a falação familiar altíssima de todos os domingos, durante o almoço semanal das filhas, genros e netos. Todos falando ao mesmo tempo. ...Um dia construía um muro de pedra e tinha que acertá-lo alinhando meio metro dentro do terreno dela, e fui até ela pedir: "Ora Oscar, você acha que eu vou brigar com você por causa de meio metro de terra?"
O Corcovado, o Pão de Açúcar, a Pedra da Gávea e a Ponta da Joatinga / Rio de Janeiro, na entrada do estúdio do pintor, em Tiradentes, MG / 1997
A casa ficou à venda um ano. Um dia tinha o dinheiro e a comprei. Foi o melhor negócio que fiz, pois não podia dormir vendo o meu dinheiro ser comido pelo banco em "aplicações marotas", onde me pagavam pouco e me tomavam muito. E não me deixavam decidir nada.  De modo que ficamos com um grande espaço, com um futuro belo jardim para a nossa Fundação. Agora, vamos poder convidar os pintores amigos para exposições na galeria da Fundação, por exemplo. Tomara que eu consiga que me deixem fazer a entrada principal entre as duas casas, estilisticamente iguais, historicamente das mesmas famílias, que as construíram na mesma época, pois poderíamos fazer as vernissages em espaço independente da minha galeria pessoal, atualmente existente. Ou seja, os convidados para as exposições dos amigos não precisariam passar pela minha galeria antes da exposição convidada. Nos últimos cinco dias só penso numa fonte de pedra de diorito esculpido, que vi numa loja aqui mesmo em Tiradentes. Custa uma fábula, mas é muito formosa, e difícil de fazer. É artezania muito perigosa, pois o pó da pedra penetra nos pulmões fatalmente. Toda arte quando não aleija, mata. Arte sádica, negra como a morte. Bela morte, respirando arte em pó, embelezando. Como? Como comprar a fonte sextavada da Fundação? Espanhola... Imaginem que tem as bordas altas de pedra talhada, até a altura da cintura, mais ou menos, e no centro se não me engano (foi amor à primeira vista), três cabeças de leões de cujas bocas cairia a água que oxigenaria o meu... laguinho de carpas da Fundação. Vai ter também uns morrinhos, ajardinados, por onde possa exercitar os pés e os olhos quando dos anos futuros. Um balanço muito bem feito para os netos, e para os nossos momentos de preenchimento contemplativo. À noite vamos poder ver com os amigos a lindeza dos vidrinhos coloridos que trouxemos das viagens, aos USA, França, Itália, Alemanha, Cuba -, nas amplas vidraças de luz do meu estúdio.
Concordo. Concordo com os que dizem que os grandes homens, mulheres (e até crianças) nada tem de maior e mais interessante a fazer que construir. Um homem constrói. Se for grande, grandes obras. Um belo jardim. Estatuto 1 - todas as flores das galerias devem ser colhidas dos jardins da Fundação, e trocadas todas as sextas-feiras. É, mas minha linda Baalbak neste exato momento está sendo destruída no Líbano. Céus, parem. O terror. Mata a memória, a estética, o referencial das pessoas, as pessoas. Sem ruínas o homem enlouquece. Quanto crime. Como ousa este Israel atacar Baalbak? Não sabem os senhores americanos e os outros dos bancos e das corporações, os fragilizados oportunistas  de plantão, que ali estão as mais belas e valiosas construções romanas? - patrimônio da humanidade. Ora, tenho que defender meu patrimônio, principalmente este, imaterial, que é não brigar com os meus vizinhos. Israel devia aprender a conviver com os vizinhos com a Zizinha, a minha vizinha, de Tiradentes, Brasil, Minas Gerais. Pena ela já ter passado. Perdeu a oportunidade. Agora só resta a Israel aprender boa vizinhança com a Zizinha lá no céu. Ora, se eu fizer um telhado jogando água pro muro do vizinho de baixo com certeza ele, no caso ela, no mínimo, vai se sentir no direito de jogar sua água pro meu lado. A saída? Muito simples. Novamente as duas águas, posicionadas para dentro de nossos respectivos terrenos. Existe até apoio da lei, já que a empena (esdruxulamente) só é permitida para as casas de frente para a rua, e esta é uma casa que tem saída para um beco. Ora, beco é rua, diz o Aurélio.. De modo que... vamos ver. Tomara que tudo dê certo. Pois como posso eu, um pobre pintor, que só penso em fontes espanholas de carpas e em dois quartos para os meus filhos gêmeos, e sucesso pros que amo, lutar contra ela, tão poderosa mulher. Jamais. Melhor será aceitar os telhados conforme ela quer. Talvez até sejam melhores. Vou considerar. Meu amigo Roberto Maldos, arquiteto e historiador, acha que é melhor sem a empena, pois protegeria melhor as janelas dos quartos e sala da casa dos gêmeos, Octávio e Victtoria. Cidinha também acha. De modo que é melhor como o IPHAN quer. Aliás, nunca pensei diferente.
Cecília? ... quando a conheci  já estava mal. Nunca a vi. Tinha os olhos venusianos, belíssimos, muito raros, que vinham com certeza dos Açores, um lugar de grandes artistas, de grande beleza e excelentes escritores. Como os Alencares do Brasil, os Meirelles dos Açores eram prodigiosos escritores. Punha-se isenta diante das coisas mundanas, uma isenção nobre, intransigente com as concessões, uma isenção, diria, de ouro. De fato, ela contava com finura de filigrana dourada o jantar em sua homenagem que lhe ofereceu Nehru, quando foi condecorada e comeu ouro. Sempre me impressionou esta história fantástica dos indianos comerem ouro. Somente hoje quando recebi a visita com Fátima e Roberto de uma sua amiga, a Eneida Ferraz, e que lá pelas tantas, ao contar este jantar de Cecília com Nehru, Indira Gandhi e Rabidranat Tagore, onde tinha comido ouro, e por dizer que esta palavra "isenção” poderia ser a melhor que teria encontrado para resumir o iresumível de Cecília -, esta amiga de nome Eneida disse que o ouro era o único mineral isento. Não reagia com nada, e que era por isso que valia tanto. E até se podia comer, pois, neutro, era como se não tivesse sido comido, e ainda mais em pó. Pois é, comiam ouro, em pó, às vezes folheado, como destes que se usa para dourar as restaurações das talhas das igrejas de Minas. Cecília era assim -, transparente, exigia décadas para ser entendida. ... Não era pessoa que contasse piadas. Mas gostava de uma, só desta, e que contava com muita beleza. Um dia um rapaz que trabalhava na Loja Ducal (que vendia os primeiros ternos pret-a-porter do Rio) conheceu uma mocinha que trabalhava nas Lojas Americanas e, ao começar o namoro, combinaram de se encontrar no domingo no Jardim de Alah. Ele vestiu seu terninho, evidentemente da Ducal, e ela foi com um vestido branco de organdi Paramount (e aqui Cecília, que adorava costura, inventava vestidos mirabolantes!). Um vestidinho prêt-à-porter para a audiência da ocasião. Eram ambos muito tímidos - continuava. Sentaram-se então num banco debaixo de um frondoso ficus repleto de passarinhos, cantarolantes na tarde-alegre do dia. Sentados um ao lado do outro, sem se olharem, olhando duro pra frente, eles - se deram as mãos! Era um desses momentos onde o gozo reposto acontecia, e que tanto nos agradava. But, inesperadamente, um pardal deu uma cagadinha no terninho (que também era branco) do rapaz. A moça, disfarçadamente, abriu a bolsinha e passou sem olhar um lencinho, dizendo: limpe, meu bem, limpe. O rapaz pegou o lencinho, olhou um pouquinho pra ela, olhou para o alto e disse:... mas eu não sei qual foi.
Mar com Borboletas - Bahia - 2000
Não sou alegre nem sou triste -, ela dizia, e fez uma obra alegre, e que até quando triste era alegre, positiva, trágica muitas vezes, muito pura, puro como seus olhos dos Açores. Jamais a vi triste, mas imagino que o tivesse sido muito. Os desatinos, um mistério quântico, fizeram com que o marido, o pintor Correia Dias se atentasse -, e saibam os senhores que Correia Dias era um artista e tanto. Talvez até por isso. Nunca se soube. São lindos os seus desenhos no Parque da Cidade, do Rio de Janeiro. Três mojicas me enamoram em Jaen... Axa, Fátima e Marien. Três Marias, três destinos, uma única visão. Era apaixonante. Não, não se devia deixar que a dor quebrasse a dignidade humana, ou a própria, de modo que viver, por mais que fosse, não valia a pena sem a dignidade humana e pessoal. Quando li  O Romanceiro da Inconfidência e o adaptei, ainda muito jovem, vi que aqueles seres aprisionados o eram através de laços de uma textura quase imperceptível. Assim como a Shakespeare, nos anos sessenta, era uma ousadia "adaptar” Cecília, naqueles e em todos os tempos. Para que pudéssemos romper estas teias aracnídeas que nos condicionavam teríamos que ser isentos no mundo armadilhado, para realmente vivermos, artisticamente, mesmo no lôdo. Na Índia os poetas têm a religião do poeta. Crem na Beleza, no Equilíbrio e numa Unidade. Cecília, paradoxalmente, parecia não ter religião. Acredito que não tivesse mesmo. Mas tinha. Não sei se vinha da Índia. Como Tagore, tinha a "religião do poeta”. Parecia cultivar alguma superstição, mas dessas inocentes, como bater na madeira, ou apegar-se com Santa Clara. Não vi, mas soube que em seus derradeiros momentos, aparentemente absorta, cantarolava La Violetera, a canção popular espanhola. Para mim sempre foi uma menina, ainda que fosse bem mais velha que eu. Meninice isenta. Uma andorinha que comia ouro. Qual ave precursora da primavera. Que lindo folclore, ela tinha. Que versos! Que rimas! Que elevação de espírito! Que pessoa dotada! E devo tudo isso a... Maria Fernanda. Isenta como a mãe, um pouco mais romântica. Gerações diferentes. Fernanda poderia ter sido uma grande escritora, embora grande atriz seria também uma grande maestrina. Seria, creio que foi tudo. Que seria de mim sem Mozart e suas sonatas e isto eu devo a ela. Não há nada melhor que se apaixonar e escutar as sonatas de Mozart pela primeira vez, tudo ao mesmo tempo, amor e Mozart. Beethoven surge quando o amor acaba. Eu passava os dias lendo, ouvindo sonatas de Mozart e Tartini, que escorriam pelas tábuas do assoalho da Victor Maúrtua, na Fonte da Saudade -, e que chegavam até a biblioteca, num pequeno cômodo do andar de baixo. Ali eu lia e escrevia. Subia para comer e amar, e ia pro teatro. Cinco anos ao teatro servi. Mas depois eu conto.
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