Oscar Araripe
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Minha Vida de Pintor / LXV

Homero, um dia, após oralizar a Ilíada, sentindo-se plenamente artístico e satisfeito viu que se entristecia, pois aquilo lhe anunciava o próprio fim. Não o normal, digamos banal, factível de qualquer momento, mas o do fim da voz (gravitacional) que tudo clama. Penso, pinto, pinto, penso e vejo o horror deste patrimônio encharcado de espírito. Eis aí o mundo espiritualizado, patrimoniado, após tudo. Hoje, Bush, na abertura da Assembléia Geral da ONU ameaçou meio mundo. Magnífico Hugo Chavez, presidente bolivariano e araripista da Venezuela. Disse o que o mundo não ouve mas sabe. Disse o nome e o cheiro do diabo (mais uma vez, enxofre) que tinha passado ontem mesmo, raivoso e ameaçador naquele pódio tão desmoralizado das Nações Unidas. Onde estamos? Espadamos, queimamos, explodimos... dizia ele, como nunca, digo eu. Continuamos. Estamos todos continuados. Antes democratas, hoje cruzados armadilhados. Ora, mesmo não existindo o mundo de Deus, este que este homem acabou por tomar ou já nasceu tomando, o Diabo... passou por ali, disse Chavez, o profeta de Bolívar... pois bem, mesmo assim, o Diabo não existia. Era o que a CNN dizia. Não, jamais acreditei nisso. A ter Deus, este horror, era melhor deixá-lo lá, onde fosse dono e senhor da natureza. E que o seja, já que a mim não basta. Eu, como disse Jesus, sou o que trago a espada. Mundo de imperializados. A nós, o futebol. Para o país mais rico do mundo...o futebol. Guerras de covardes. Passam-se na espada, mouros e cristãos, e nada passa sobre a Terra. Só a arte passa e fica. Ha, ha, ha. Sempre acreditei nisso. Eu e meu pincel atômico. Com ele posso ser feliz, mesmo infeliz. Belo sofrimento. Ora, embaraço-me com Deus. Melhor seria tê-lo de vez. A fé que faz a fé. Acreditá-lo, ab ovo. Seria tudo tão simples. Explicaria (mal explicado) a crueldade da natureza e o desamparo do homem, e pronto. Melhor pintar e não explicar nada. Nada é sempre preciso, quando se pinta. O melhor já estaria feito e era só pegá-lo no jardim, aproveitando seus momentos no mundo. Seja bom, creia em Deus e tudo se acabará, com o sofrimento. De modo que sugiro passe seu patrimônio para Deus. Passe-lhe tudo de ruim, de bom, campos, flores, seres, águas e pedras. Mas passe-lhe sobretudo o ruim que cria, procriando, e até que o Império acabe ou se faça a Big Sharing. Sofredor? Eu?
Tiradentes em Azul com Borboletas / 1996
Em contrapartida, fique com as casas, as telas intangíveis, e que a tudo nascem. E falemos da vida, falemos da arte. Que grande artista este Hugo Chavez. Palavras justíssimas que acabaram com a ONU do Império. Que coragem! Que performance magistral. Não me lembro de nada mais esplendoroso, mais lúcido. Mil vezes mais significativo que as sapatadas de Kruschov. Se Bin Laden derrubou o World Trade Center do Império com dois aviões (e muitas pessoas), Hugo Chavez acabou com a ONU imperial sem nenhuma morte. Brilhante. Sem um tiro, sem uma bomba, sem uma morte, só nos fazendo sentir o cheiro do Diabo. Vida longa a Hugo Chavez. E saibam que só não o pinto porque é deísta.
 
A Ponte de Tiradentes sobre o Ribeirão de Santo Antônio / 1996
Mas, deveria a arte, espiritualizada e patrimoniada, ser a dona imperial do patrimônio, ou melhor, poderia este, agora, milênios depois de Homero, ser a pessoa e não mais a coisa, isto é, o que não foi substantivado imaterialmente por ela? Tudo que existe o pensei antes; até não mais pensar, isto é, até que o último espírito passasse pelas tripas do último papa. Depois, mais calmo, pintei. Depois, já não. Dupla, múltipla natureza. A pintura, na plenitude de sua graça, quando o bem imaterial cria o bem material, combate o patrimônio espiritualizado e funda a vida. O Papa é bobo. O armadilhado está errado. Ambos são arrastados pela guerra. E eu, mísero grande pintor, me senti muito ameaçado por ele, ao ouvi-lo cuspindo fogo na Assembléia Geral. Jamais imaginei que tivesse o desplante de subir no pódio da ONU para ameaçar o mundo. Por que não propôs uma trégua? Bin Laden propôs uma trégua. Por que não anunciou a Big Sharing. Ah!Bush. Ar! Arre!
Ora vejam os senhores, por exemplo, estes monumentos do gênio artístico dos tempos coloniais do Brasil, populares e eruditos, suas artes e ofícios, aplicados, as mãos que se sucediam no saber-fazer, tudo enfim, têm, nas suas origens e até além disto, as pessoas e suas idéias, as suas imaterialidades nascendo do forno pessoal de cada um. ...E que a tudo criavam e inovavam, ao adaptarem-se à arte da vida. Arte da vida? A vida que nasce dela, digo. Onde aqui e só aqui nada morre, talvez. Ora, um quadro não precisa de data (embora nossa Fundação esteja tendo um trabalho dobrado para investigar as datas dos quadros catalogados e publicados)... pois datá-los, seria como fixá-lo num tempo, aliás, desnecessário, se consideramos o pouco tempo de vida dos pintores (que dizem, são os que mais vivem e mais velhos morrem). Talvez seja o pincel e não o pintor, o último a morrer. Mas, por sorte, em pintura nada se diz. Está tudo dito. Dito mutante, digo.
Daí que devíamos nos lembrar (nesta perigosa época do domínio dos arquitetos sobre o Patrimônio nacional) de tombar o intangível artístico, e não só as suas materialidades. Promover o Artístico vivo. Avançar até Mário de Andrade, até os primeiros artistas reféns, que eram dados em garantia de paz. O intangível, contudo, não era a arte. A arte criava o intangível e este o tangível. Aliás, duas palavrinhas bem ruins. Nada mais tangível que o intangível, ora bolas, quando se trata de um assunto claro, como a arte. Ora, o patrimônio é a arte e muito mais o será quanto menos for espiritualizado. Mas, não pensem que a arte é pra ser pensada e escrita e dita como uma perereca na estrada. Nada disso. A arte faz o silêncio e só a arte pode ser silenciosa. Barulhenta natureza. Silêncio, capricho dos deuses humanos. Fiquei rico, muito rico, buscando o silêncio. Digamos... o silêncio imortal. Mas já gastei tudo... Vejo um barco que se alça no anil do céu e é um barco ligeiro e alegre, muito feliz e a despeito de tudo, de tudo ruim que a Deus pertence, é um barco muito alegre. Eis aí o meu motivo.
Mas, fundemos nossos fundamentalismos com os pés no chão (do barco). Assim, temos pensado na nossa Fundação. Queremos intercâmbios, vamos viabilizar projetos, nossos e de todos afins. Minha adorável companheira, Cidinha, gosta da idéia de se fazer uma seleção e dar um curso de pintura para pintores, usando os suportes inusitados de Oscar Araripe. A saber, a vela náutica e o papel poliéster. O objetivo seria a percepção da imaterialidade que se vai materializando, e sua relação com a tecnologia, num ambiente de materialidade tombada, como Tiradentes, a grande cidadezinha de Minas, sede da nossa Fundação. Uma boa idéia. Mas precisamos do chão, e até então só compramos o porcelanato do China, um ladrilho maravilhoso, feito mesmo na China, um prodígio de 80X80cm, liso como um laser, branco e duro diamante luminoso, e de lindo reflexo. Uma galeria com um chão da China.
Tiradentes em Rosa / 1996
Pinto e penso nas crianças. Que felicidade é ser amado por uma criança! Sim. Faremos pinturas com as crianças, sempre fizemos. As crianças estão mais próximas da vida e a vida das crianças está mais próxima da arte, daí ser até mais fácil pintar com uma criança do que, digamos, com Van Gogh, o que a bem da verdade, nunca aconteceu. Pintores pintam sozinhos, embora seja muito linda a visão de vários pintores pintando juntos. Ora, aqui no Brasil não existe nada disto. Temos só pessoalidades, uns fazem tranças e outros pintam de fato, nada mais -, o que é, em muitos aspectos, uma sorte da pintura. Aqui não aprendemos nada. Parece que desaprendemos tudo, pintando. Hoje mesmo, minha amiga Marília Beatriz, de Ipanema e Cuiabá, me mandou uma foto do que parece ser o meu mais antigo quadro que restou. Pintei 4, a óleo ruim, em tela ruim, há uns 40 anos. Parece que só restou este. ...Esquecido de tudo, olhando a foto da telinha, minha primeira impressão foi de ódio e pasmo. Lá estavam as tais figuras a que me referi como neo-humanas, ou seja lá que nome tenham. Pasmo pelo retrato. Pela expressão. Algo terrível parecia se passar ali, comigo, com aquelas figuras que se entrelaçavam. Um múltiplo beijo, talvez. Um beijo! Sim, parecia um beijo. Horrível. Um Beijo de fantasmas, de um tempo em que eu era pintor de fantasmas, pois revejo, todos eles, igrejas incendiadas, pessoas do outro mundo, que era meu mundo. Ora, mesmo sendo pura pintura eu não podia continuar pintando tanta feiúra e confusão, ainda que aquilo fosse arte, pois retratava uma visão pessoal, expressionista, até. Bem, sempre fui expressionista araripista. Sou um pintor de rebrote. Não pintei por uns 30 anos. Preferi ser mundano a pintar o feio. O meu mundo! Maísa Matarazzo. Copacabana, LM (era um cigarrete americano muito cheiroso, trazido ou contrabandeado), o dinheirão que uns tinha e os outros que nada tinham, as festinhas ensandecidas, o mundo do submundo, o roubo de carros, a maconha, a navalha... e eu, frágil poeta, sempre com medo da noite. Ficava cansado antes dela. Preferia ir para a cama cedo. Um livro... mas, gostava de beber, embora fosse fraco e não conseguisse beber muito. Um dia vi Dolores Duran. Eu saía e ela entrava no Alfredão, uma boite "pesada" da moda. Voltei e a ouvi toda a noite, e continuo a ouvindo até hoje. De outra feita foi Dorival Caymi. Caymi. Vivi 5 anos na Bahia por sua causa. Hoje ele está num hospital, no Rio de Janeiro. Ah! pudesse o homem reinventar o homem e fazê-lo vivo para sempre, como um Caymi composto por Dorival Caymi, e cantado por ele mesmo em dueto com Dolores Duran.
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