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Minha Vida de Pintor / LXVI

Viagens são como livros intitulados. Como fótons, como viagens iluminadas. Os olhos se abrem e a vida surpreende. Fechamos os olhos e não morremos. Paradoxalmente, sou um viajante que gosta de ficar em casa. Minha sorte foi viver neste tempo de simultaneidades, e escrever simultâneo, como um colecionador que saísse pelo mundo a construir palácios pelas beiradas das falésias da Bahia, ou pelas grotas de Minas. Agora, imaginem conjugar uma viagem de tantas viagens com um livro de muitos livros, e tudo em uma semana. Euclidianamente, seria quase impossível. Tremi, pensei e por fim aceitei o convite e fui à Serrinha, cidade adorável, mais ou menos do porte de São João Del Rei, Capital Brasileira da Cultura-2007, em pleno sertão do norte da Bahia, duas horas de carro de Feira de Santana, imenso entroncamento, onde tudo se cruza, como em São Paulo ou Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Serrinha, de nome tão lindo, é uma cidadezinha que começa a ter tudo, do muito que já tem. Possui pequenas referências edilícias, mas é rica em sua intangibilidade histórica e pessoal. Tem também uma igreja bonita ao lado de uma velha casa ainda mais bonita. Um serrinha baixa, mas rara por ali, e também muito bonita. Pois bem. Nestas paragens, uma moça professora, apessoada e bonita, de nome Rita de Cássia Coutinho, ajudada por seus 28 professores e funcionários, marido, pais e amigos, inventou uma modalidade de ensino, cultura e arte muito eficiente e inusitada. O 1º Festival de Arte e Cultura da Escola Futura. Um evento trabalhosíssimo, mas simples : ... pesquisaram e escolheram com os alunos, pela internet, os pintores Cândido Portinari, Anita Malfatti, Di Cavalcante, Alfredo Volpi e Aldemir Martins, todos já falecidos, e eu, o ainda vivo. Tudo bem, um prodígio. Mas o novo, é que além dos trabalhos teóricos e práticos (história e interpretação pictórica das obras dos pintores citados) eles os representaram teatralmente, em sínteses de vidas sumaríssimas. Exemplificando, as crianças representaram Volpi, o pintor das bandeirinhas (que eram também ogivas!), como um casalzinho (de uns 8 ou 10 anos), ainda na Itália, torcendo para que o filho nascesse "bambino”. Volpi o "bambino”. Notável. Fiquei pasmo, como podiam aquelas crianças de um sertão tão longínquo, amplíssimo e despovoado, assim tão simplesmente, definir a obra de um grande pintor brasileiro, e de maneira tão exemplar? Portinari era o circo. Palhaços, pipas -, como conseguiram assim tão facilmente extrair o ouro do ouro mais puro, do pintor tão tragicamente mostrado e que era mesmo (talvez um segredo público) um Candinho, um bom menino de Brodowski? Anita Malfatti? Como explicar Malfatti, esta pintora tão inexplicável? Ora, a nossa grande pintora gauche era para aquelas adoráveis crianças tão-somente "canhota”. Anita era canhota. Fim. Agora a entendi. Pois. Di Cavalcanti, estranhamente, não era assim tão sensual e miscigenado, era mais ele mesmo, o Rio de Janeiro, Pixinguinha, "Jura”, Nelson Gonçalves, Dalva de Oliveira, Garoto, Lupiscínio. Enfim, Aldemir eram os "gatos, os peixes, os galos” enquanto eu as "Borboletas, as paisagens, as flores, as marinhas”. Os meus subjetivos... a minha obra muito pouco mostrada. E que eles mostraram tão bem. Capturaram-me o traço, entraram nas minhas cores. Enfim, todos nós, educadores, trabalhadores, artistas e crianças éramos do mundo. E o mundo era o Brasil.
A Cadeia, a Igreja do Rosário e a Matriz de Tiradentes / 1995
E não fosse a gentil escolha da minha obra uma invenção intuitiva da Professora Simone, e a rigor de todas as outras, e eu não teria ido à Serrinha, nem dado uma "aula” de pintura tão peripatética, ao longo de montinhos de crianças que somavam 350, sem contar as 28 professoras, as monitoras, os pais, os amigos e os amiguinhos, e eu, o pintor (sempre) vivo, com um microfone na mão, como o Poeta de O Docodema, o Governo do Poeta, ia dizendo... que lindo azul. Puxa! As borboletas estão vencendo! Gostei muito destes pontinhos aí no céu. Parabéns, seu Sol está lindo. Ah! Os meu gatos namorando nos telhados de Tiradentes... estridentes.
De fato, eu não podia ir à Serrinha sem restar antes uns dias em Salvador da Bahia, que não revia há anos. ... bem, sejamos injustos, continuava sendo a terra de um só antiquário, o Moreira. Gostei muito do bom gosto do casal Costa Pinto, que fundaram seu lindo museu, em sua linda casa colonial-americano, na Travessa da Vitória, a rua dos edifícios e casas mais exclusivistas do mundo, e onde mora o meu querido primo Guarani Valença de Araripe. Fiz questão de telefonar para ele e jantamos juntos, com o outro primo querido, o Lauro Araripe, a Cidinha, e as crianças num destes lugares exclusivistas, onde se descia de bondinho e se ia até um pedaço de mar privilegiado. Mas, é de Guarani que quero falar, e não dos mares do mundo. Imaginem que generosamente dedicou-me seu livro sobre a vida de seu pai, o "Seo” Alencar, João de Alencar Araripe -, e confesso que não me farto de gozar ao ler suas histórias. Primeiro, porque é saborosamente muito bem escrito. Segundo, porque, doravante, considero o livro do Guarani um ícone tangível e intangível, colorido e em preto e branco, um belo e original retrato contado, universal, do que aconteceu com a diáspora da nossa e de tantas famílias, e que continua acontecendo, sempre a nos marcar e transtornar.
Rua Direita com 4 cantos, Serra e Matriz de Tiradentes / 1955
"Seo” Alencar, menino ainda, deixa o Seminário da Prainha, em Fortaleza (onde um dia falei numa homenagem a Frei Beto), quase pobre de tudo, e resolve pegar um ita até Salvador. Levava nada, e umas cartas de apresentação, que não funcionaram, e assim, fugido de Salvador, o nosso garoto Alencar foge para Bananeiras, em São Felix, e aí mil histórias se contam e se insinuam. Lindo livro. Um fato comum e inusitado: "Seo Alencar” não gostava de comer verdura, só carne, e não suportava os temperos fortes, e tinha que morar na Bahia. Vidas inter-vidas se desenrolam ali, um homem se formando, um pai que somos nós, só que contado pelo filho. E existiria livro melhor? Não seria este o melhor livro de viagem? Melhor ainda que o de receitas? Sinceramente, intelectualmente, não conheço nada melhor. Melhor Bananeiras que Salvador, melhor Ilhéus que Bananeiras, e assim o encantador primo, tio e avô, pioneiro e conquistador, vai "vivendo a vida”, o seu pleonasmo lindo.
Mas, voltemos a Salvador, pois ainda não conclui a leitura da vida do pai do Guarani Valença de Araripe. Vejam, eis no que deu Salvador, onde a pobreza está mais do que nunca, e sempre mais aparecendo. Mais negros mais pobreza. Mas a Bahia é rica. É gente boa mesmo, tem uma meiguice, uns olhos virados, uns arredios oferecidos, uma gostosura meio promíscua, um sei lá que sei bem que não sei. Bem, o que que a baiana tem ? Tem tudo e não tem nada, e mora na Cidade Baixa, em prédios arruinados que me lembram os de Cuba. Pobre Cuba, pobre São Salvador da Bahia. A Espanha morre em Havana, Portugal em Salvador da Bahia. ...Céus! O que fazer com o passado que vai se acabando em inexorável absurdo? Uma revolução? Sem dúvida. Mas, bastaria a cultural? Talvez uma canção? Deixar o mundo como está? Ou morrer com a Bahia? ... Na baía de São Salvador, sonhando azulejos de São Francisco, tomando sorvete na Ribeira. Ribeira imunda. De toda janela se vê a pobreza. Dá medo o mercado de São Joaquim. Deve ser porque sou de Ipanema, de Tiradentes, da Travessa da Vitória. Não sei. Ninguém sabe. Ninguém diz. E Salvador declinou, definhou.  Mais que amor de bolero.
Procurei por lembranças de Batatinha, o grande compositor, mas já não existiam. Não procurei mais ninguém, pra que lembrar? Caymi estava no Rio, dizem que mal de saúde. Não creio. Mas não vi Caymi por lá. Vi Ivete Sangalo. Ou melhor, não a vi, mas comentavam-se muito os dois apartamentos milionários que havia comprado na Vitória, de frente, no alto, para o mar. Nada contra. Tudo contra. O show bussiness é assim: ganha-se e gasta-se logo, pois pode-se não ganhar mais. Na pintura não. Vai-se enriquecendo aos poucos, de tantos nãos. Tantos, que acabam somando alguma coisa, e assim vai-se vivendo. Mas que povo lindo! Querem todos ser artistas. Fazem isto, fazem aquilo, são vários, se apresentam por aí, tudo de um pobre riquíssimo.
Bahia da Rita e do Guarani, e da minha prima Lis. Lis Araripe. Atriz, 21 anos, muito inteligente e madura. Filha de José Araripe Jr., cineasta baiano muito admirado no Brasil. Almoçamos com Lis no Solar do Unhão. A conversa foi inesquecível, a comida ainda era boa, mas o atendimento piorou muito. O museu então nem se fala. Agora era o museu da escada da Lina Bo Bardi. Bem, pelo menos era uma linda escada. Almoçados, fomos tomar um sorvete na Ribeira, a uma boa distância dali, já por detrás da Igreja do Senhor do Bonfim. O sorvete era muito bom, mas a Ribeira estava imunda. Imunda Bahia, bela, boa e rude, e ainda mais imunda. Magnífico Pelourinho. Pena ainda ser pouco o reconstruído e o preservado, ... O Reino da Bahia, estático, parado, não vê os edifícios das orlas, seus poços de petróleo e gás, nada, nada, somente a Cidade Alta e a Baixa são vistas. É espantoso constatar-se que as jóias e enfeites de ouro das escravas alforriadas hoje já não seriam possíveis, pois os pretos e os mulatos (e muitos brancos) estão ainda mais pobres. Como o Brasil, a Bahia das favelas, sub-favelas, casinhas-tocas, aos milhões, umas sobre as outras e por todos os cantos e barrancos. Era como se a estética, digamos, que a tudo resolve, pois não há miséria na beleza, estivesse agonizante, não digo morta, pois ainda havia pessoas como a Rita e o Guarani que exemplificavam o melhor da Bahia, ensinando às crianças e escrevendo lembranças do pai. Pai nosso, aproveitemos sua presença. Escrevamos sobre ele, eles morrem rapidamente.
Praça da Tunica com menino soltando pipa e borboletas / 1955
Viagens, chamar isso de livro? Embarcamos com uma hora de atraso, hora e meia depois do desastre da Gol, num avião da mesma Gol que voou de Salvador a Porto Seguro, fazendo um pouso muito tenso, quase derrapando na pista. Não sabíamos de nada. Às vezes penso estar louco ao arriscar-me tanto assim. Poeta, nada suicida, num mundo tão pobre, tive a sorte de crescer solidário, o que me permitiu uma matura-velhice bem razoável. Poeta dos bons, amicíssimo dos homens, achava que só havia duas missões: sair daqui e não mais morrer. Talvez saindo não morrêssemos, talvez. Talvez fosse melhor ficar por aqui. Aqui, vá lá,  é a melhor viagem.
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