Oscar Araripe
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Jacob Klintowitz / Oscar Araripe / Bienal de Brasília

Bienal das Artes do SESC-DF, 1ª edição.

Uma oportunidade para a arte brasileira.

 

Jacob Klintowitz

 

Certamente eu esperava que esta Bienal fosse um sucesso. Estava muito bem organizado pelo SESC, o cenário era a capital federal sempre a procura de protagonismo na área cultural e existe uma carência imensa no Brasil das artes de oportunidades democráticas como esta. Mas eu não poderia imaginar que tantos artistas de longo curso, de linguagem original, domínio expressivo do processo de criação e amadurecidos na sua consciência de sua personalidade artística, humildemente se inscrevessem e se submetessem ao julgamento de um Júri. Não pode haver maior gesto de solidariedade e confiança do que este. Vejam alguns poucos exemplos de artistas e o seu gesto.

Não conheço nenhum artista experimentalista brasileiro que tenha um percurso mais sólido do que Regina Vater, no desenvolvimento de sua linguagem e na conquista de espaço nacional e internacional. Quando eu a conheci, na década de 70, ela era da linha de frente entre os artistas da nossa vanguarda, para usarmos este termo tão genérico que quase perde o significado e especificidade. Mas aqui, talvez, caiba o uso, apenas como uma referência de época e de procedimento. A Regina Vater tinha uma profunda preocupação com a criação de linguagem, com os materiais, com a construção de uma narrativa adequada. A sua era uma obra de permanente reflexão. E a sua participação sempre foi através do trabalho, séria e digna, naquela década inquieta e confusa, com os permanentes perigos reais que a profunda desconfiança dos governantes militares sobre a arte trazia. Não era só uma questão política, mas também um manifesto ressentimento da pequena classe média, onde se inseriam os militares, com um universo de signos e símbolos que não entendiam, mas que sentiam ameaçar as suas pobres certezas consoladoras. Como toda ditadura fundada e apoiada no medo pânico da classe media, a nossa era contra a pop art, a liberdade sexual, o feminismo, a música popular urbana, a psicanalise, o cinema de autor, o palavrão em local público, o caderno dois dos jornais (teatro, literatura, crônica, cinema, artes visuais, comportamento) a juventude. Não é por acaso que a censura se preocupava com o divórcio... Nesta Bienal, Regina Vater comparece com um trabalho digital onde invoca a memória do seu mestre Marcel Duchamp (o urinol) e dialoga com o ilusionista atual da imagem pública, Andy Warhol (a perfeição do oficio).

Em Inos Corradin todo mar é lua e toda lua é sonho. Inos Corradin, o decano dos artistas presentes, é um mestre pintor sutilíssimo, do que aparentemente é simples. Ele é herdeiro de 500 anos da Commedia dell’arte, fonte inesgotável de liberdade, criatividade e improviso. Pensem na trilha da companhia de teatro a parar com as suas carroças em cada aldeia para representar.

Na sua paisagem é comum o espelhamento, a duplicação, o duplo: o que é, é igual, mas invertido, em sua projeção. Sob esta lua que se duplica no espelho do mar miríades de homem soluçaram ou suspiraram. O halo luminoso que a cerca está impregnado de emoções ancestrais.

A paisagem de Inos Corradin não é a mesma vista por Adão. Ela não é a primeira paisagem vista pelo primeiro homem sobre a face da Terra.

Um gesto pessoal de fidelidade à arte como poética e a certeza de que a humanização do ser humano não pode prescindir da vivência estética. Todas as coisas querem ser preservadas até a eternidade. Alias, se a eternidade existe tudo é eternidade, inclusive o que deseja se tornar eternidade.

O cotidiano, para os paisagistas, adquire uma notável identidade. De certa maneira, ao imaginar ou colher um fragmento, o paisagista inventa a paisagem: ele acorda a memória do Paraíso.

Luiz Martins é uma nova e luminosa afirmação. Luiz Martins inventa série de objetos, famílias temáticas, recobertos por epidermes instigantes, verdadeiras peles a indicar semelhanças entre si, ora geométricas, ora vibrações óticas. A atmosfera gerada por estes objetos nos oferece uma ponte com o cotidiano devido aos seus materiais vulgares e do método de ação do artista, reelaborando a visualidade do conhecido, propondo uma vivência estética. Luiz Martins é um experimentador, inventor de novos seres, criador do inusitado. A invenção metafísica. Formas tridimensionais e bidimensionais. O artista acentua a intencionalidade de sua pesquisa, a busca de novas visualidades e o desejo do olhar desperto. Vestimenta, vibração, faixas paralelas, ritmos, relações entre partes, corpos diferenciados. O inventor procura um novo olhar.

Oscar Araripe chegou à nossa arte como possuidor de uma sólida formação humanística e cultural. Existem casos de artistas tardios, como Tomie Ohtake, que se tornou pintora aos 40 anos. O que é raro é um artista que surge já dotado de uma visão e experiência amadurecida do mundo. Talvez seja por isto que Oscar Araripe não se deixou seduzir pela hegemonia passageira de tantas modas e ditames. Para ele um vaso de flores revisitado pode ser a vanguarda definitiva. Aliás, também para Cézanne. Ou uma passagem, ou as flores na primavera, ou tudo o que existe e que é passível de ser registrado, interpretado, reapresentado ao nosso olhar maravilhado. Na verdade, o que nos traz este pintor oriundo da literatura, do alto jornalismo, do estudo das leis e da filosofia, é um vitalismo, a percepção de um universo que vibra e é puro movimento e energia e que não oferece limite à nossa integração desde que, por nossa vez, estejamos dispostos a ser movimento e energia.

Entre os artistas ainda não conhecidos nacionalmente, é possível destacar a arte digital de Weimar que nos apresenta uma narrativa do percurso da solidão e da extinção da esperança. Uma música de câmera, talvez. Braços e mãos de uma mulher abrem uma caixa de música. A bailarina rodopiante como símbolo do enlevo de uma jovem mulher.  As mãos retiram a aliança do dedo e a guardam. Morte ou separação. Depois é retirada uma chave que é guardada numa mala antiga, de couro desbotado pelo tempo. A esta chave outras vão se juntar. A cada uma podemos, imagino eu, pensar que uma parte da vida se encerrou. E finalmente, quando a mala está cheia de chaves não é mais possível encontrar a chave que se quer. Todas as memórias já estão indistintas, assemelhadas, e não podem ser recuperadas. Os espaços estão cerrados. Ao júri veio à memória um poema de 1986, de Mário Quintana, chamado O baú de espantos:  O último crime da mala./ Na mala que nem o Anjo da guarda, nem o Delegado do Distrito, /nem eu mesmo consigo encontrar/ está a minha imagem única, fechada a chave,/ - e a chave caída no fundo do mar!/Não adianta chamar escafandros/ nem homens-rãs,/nem a sereia mais querida,/nem os atenciosos hipocampos,/de que adianta?!/ Não existem vestígios de mim.

Existe uma consciência crescente entre artistas, críticos, colecionadores, de que os espaços públicos de comunicação, são poucos e deficientes. O Brasil tinha uma tradição de salões de arte que permitia aos artistas apresentar as suas obras ao público e ao público conhecer os seus artistas consagrados ou novos. E sem custo. E sem passar pelo crivo comercial que é necessariamente limitado ao objetivo mercadológico. É muito importante o mercado de arte, mas não deve ser a única triagem da nossa arte. Todo artista merece se apresentar ao público. E seguidamente muitas das obras mais indagadoras e instigantes, não têm apelo comercial. Os salões de arte, liderados pelo maior deles, o Salão nacional de Arte Moderna, representavam o espaço público de diálogo entre o artista e o público. A Bienal Internacional de São Paulo, muitas vezes, também serviu para os artistas brasileiros não só se apresentarem ao nosso publico, mas terem a oportunidade de serem vistos por críticos, gestores culturais, artistas, de outros países.

A ideia curatorial de ter um tema inicial, na absoluta maioria das vezes, uma mera frase ou sentença retirada ou da literatura ensaística ou da sociologia, como meta a ser cumprida é, deste ponto de vista, insatisfatória. Além de tornar o artista um mero ilustrador de uma pergunta ou uma formulação, certamente vaga e insuficiente. É uma boa maneira de impedir a criatividade, a possibilidade de o artista portar um novo mundo. Hieronymus Bosch, Leonardo da Vinci, Vincent van Gogh, Constantin Brancusi, Henri Matisse, Pablo Picasso, Henry Moore, Francis Bacon, seriam recusados por estas curadorias. Talvez não soubessem responder à altura, ou da maneira simples e ilustrativa, as superficiais propostas retiradas de Ítalo Calvino, Edgar Morin, etc.. Será que Calvino, tão enciclopédico e humanista, concordaria com este recorte? Ou talvez, erudito como era, preferisse um tema ligado à Divina Comédia... E por que não pensar em Cervantes, fonte inesgotável da nossa cultura?

Melhor não pensar em nenhum deles com esta finalidade, na verdade. Não me parece conveniente recortar e circunscrever nomes da literatura ou da ciência para submeter uma expressão que, por natureza, é ela mesma a sua própria fonte. Para que limitar a imaginação e o novo que a arte pode nos dar e de que, cada vez mais, necessitamos tantos? Como irrigar a nossa alma sem a arte? A arte nos torna mais humanos. Certamente nós precisamos de mais canais por onde ela possa ser apreciada. E, em minha opinião, não devemos para a sua apresentação inventar restrições temáticas.

Na Bienal de 1991 um Conselho de Arte e Cultura, do qual eu fazia parte, no qual estava presentes figuras exponenciais como Norberto Nicola, Maria Bonomi, Carmen Portinho, Paulo Mendes da Rocha, entre outros, foi aberta inscrição livre para os artistas em todo o mundo. Além das representações oficiais por países, cada artista era livre para se inscrever e ser devidamente apreciado por um júri. Foi a última vez que isto ocorreu. A possibilidade é quase nula dos grandes certames de custo tão elevado aceitar a deliciosa aventura de descobrir. Mas nós não temos nada a ver com isto. Para nós é uma expectativa emocionante abrir os caixotes de obras inéditas ou receber os registros eletrônicos. Como foi o caso desta Bienal em boa hora inventada pelo SESC-DF. No início, nós que compúnhamos o Júri multidisciplinar, estávamos excitados. Ao final, estávamos emocionados. É o que eu espero do público, que se emocione e tenha o prazer do convívio com uma arte tão expressiva e variada.

 

 

 

 

 

 

 

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