Oscar Araripe
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Revista Doc questiona Oscar Araripe / Wendell Giudicci e Guta Lacerda

A Revista DOC. arq. acaba de publicar este ping-pong de 10 perguntas,em 4 páginas, elaboradas pelo jornalista Wendell Guiducci e a editora Guta Lacerda. A Revista DOC é uma das mais prestigiadas de Minas e exibe um belo apuro em suas formas e conteúdo. Arte, vida, política, sonhos, ideias...
 
Pagina 1

1. Você acaba de receber o título de cidadão honorário de Minas Gerais. O que representa esta distinção para o cidadão do mundo Oscar Araripe?
Minas é o meu mundo. O mundo de um homem é a sua casa. A rua onde mora. Este é o mundo possível de conquistar. Minas, portanto, representa muito, pois é o meu mundo de adoção. Foi a minha escolha. Escolhi e fui escolhido por Minas. Um resultado feliz. Aqui, em 1966, fiz meu primeiro trabalho artístico, uma adaptação para teatro do Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, num dos primeiros festivais de inverno de Ouro Preto. Exilei-me por razões políticas e existenciais em Minas, por treze anos, próximo a um longínquo vilarejo chamado Mirantão, sem eletricidade, na divisa de Minas com o Rio, onde me reinventei como pintor, aliás, o que eu era e sabia que era, mas ainda não podia ser. A pintura é uma arte da maturidade, daí eu ter me reinventado na idade certa, depois de longos anos escrevendo em jornais e publicando livros. Sim, sou um mineiro feliz. Minha amada mulher, Cidinha, é mineira, tenho três filhos mineiros, Octávio, Victtoria e Anaí, moro há trinta anos na mais bela cidade mineira, Tiradentes, e sou reconhecido na arte e na cultura mineira como um natural, um igual.

2. Você começou sua carreira profissional como jornalista, tornou-se escritor e então pintor. Todos eles ainda convivem aí dentro?
Sim. A escritura e a pintura andam juntas, sempre estiveram juntas, em mim e nas suas histórias. Na antiguidade era uma só coisa. Na China, um bom poeta precisa ser também um bom calígrafo. Eu sou um pintor que vim da literatura. Na minha primeira exposição, um renomado crítico, Jean Boghici, disse que eu “cansado do verbo, tinha achatado as palavras e começado a pintar”. De fato, minhas primeiras pinturas e desenhos, já como profissional, eram “histórias visuais”, arqueotipias pessoais. Aos poucos, fui tirando a literatura da minha pintura, no sentido de encontrar a pureza da forma e da cor, tão-somente, daí minha predileção atual pelos jarros de flores, pois aqui já estou livre das histórias e das estórias, dos conceitos, das anedotas, todas, na verdade, poluições da imagem. Pois, a imagem é silêncio. Quanto mais silenciosa mais grita. Escrever para lembrar, pintar para esquecer, é o ideal.
Quanto ao jornalismo, outro dia, numa apresentação de uma obra minha na Bienal das Artes, em Brasília, o grande crítico Jacob Klintowitz, disse que eu era egresso do “alto jornalismo”. Gostei da expressão, até porque o jornalismo hoje está mais pra “baixo”. Na verdade, o jornalismo que exerci no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil era cultural, artístico. Não era um fim, era um meio. Porém, como se sabe, o morto e o vivo convivem e se insinuam, de modo que a questão consiste em identificar o vivo neste mundo de palavras mortas e corrompidas.
Página 2
 
3. Depois de rodar o mundo, o que o levou a escolher Tiradentes como lugar para viver?
As pedras! A noção de eternidade que elas representam. Gosto muito, acho essencial esta dinâmica preservada que Tiradentes possui. Gosto de saber que no futuro Tiradentes será como hoje, preservada nos seus monumentos, casarios, ruas, íntegra com sua magnífica serra. Depois, vale lembrar, eu não só escolhi Tiradentes como Tiradentes me escolheu, como disse, pois sou um morador amado quase que por todos, aqui ganhei o meu título de Cidadão Honorário e sou parado, e paro na rua para conversas. Todos me cumprimentam. Me convidam. Sou um tiradentino por inteiro. Gosto de gente e me sinto bem aqui.
 
 
4. Corrija-me se estiver errado, mas Minas Gerais parece ter contribuído decisivamente na formação do artista Oscar Araripe. Mudou também o homem?
Sim, muito. Minas me deu a felicidade do amor e do sucesso, o bom sucesso, o bom amor. Suas montanhas foram as minhas mestras, seus córregos me ensinaram o movimento, suas flores carrego nos olhos e no olfato, amo esses pássaros que aqui moram comigo no meu jardim, que cuido e amo. Gosto de goibada com queijo, tutu, curau, angu, jiló com angu, ora-pro-nobis, quitutes e quitandas...Pierre Santos, decano dos críticos de arte mineiros, disse: “Provando que a missão maior de um pintor é a de fazer olhos, Oscar Araripe, ao pintar, pela primeira vez, o casario e a paisagem de Tiradentes, com graça, alegria e frescor, ajudou, sobremodo, a criar a imagem de positividade que a bela cidade mineira hoje possui”. Já Hélio Carneiro escreveu na Revista Manchete: "De seus pincéis luminosos brotam visões totalmente novas de nosso patrimônio barroco e da paisagem mineira dominada pelas montanhas". Acho que estes dois depoimentos atestam muito bem a contribuição de Minas na minha formação artística e pessoal.

5. Você conviveu com Murilo Mendes em Roma por alguns anos. Como foi essa experiência?
Maravilhosa, como amizade e como aprendizagem. Murilo era o crítico de pintura mais importante da Europa nos anos 60/70, quando o conheci. Sua casa era frequentada pelos grandes nomes da pintura, como Miró, Capogrossi, Dali, Gutuso, Bandeira, Marcier, Morandi, Ismael Neri, Rego Monteiro, Vieira da Silva e tantos outros. Era uma pessoa íntegra, muito elegante. Um cristão de catacumba, eu diria, tal a beleza e a pureza da sua fé. Era o verdadeiro adido cultural do Brasil em Roma, mais ainda, na Europa. Mas, mesmo assim, jamais teve reconhecimento oficial pelos governos brasileiros. Professor de Literatura na Universidade de Roma jamais foi convidado para palestras pela Embaixada do Brasil. Mesmo assim, o papel de Murilo na divulgação e no entendimento da arte e da cultura brasileira foi imenso. Com certeza, o Brasil deve mais a Murilo, muito mais, do que Murilo ao Brasil, ainda que ele o amasse e dele tivesse sempre, diariamente, muitas saudades. Comentava sempre comigo esse seu profundo sentimento de saudade... Ou seja, Murilo foi um exilado de luvas brancas, saiu do Brasil porque o Brasil era pequeno para ele, desatento. Contudo, sua poética é brasileira na carne e na alma. Amei e amo Murilo Mendes, talvez o meu mais notável tipo inesquecível. Possuo o mais belo retrato de Murilo, feito pelo amigo dele Arpad Szenes, outro grande nome da pintura, datado dos anos 40. O vejo todo dia em meu quarto, como uma doce lembrança dos tempos em que flanávamos por Roma quase sem compromisso, falando da vida, da arte, de Roma (que amávamos) e do Brasil, misto de amor e ódio.
Página 3

6. Além do seu contato com Murilo Mendes, qual a sua relação com Juiz de Fora?
Minha filha Victtoria Araripe estuda medicina aí na Federal. Tenho grandes amigos e colecionadores em Juiz de Fora. Adoro fazer compras no Mercado Municipal. Ajudo de corpo e alma o esforço de reabertura do Museu Mariano Procópio. Sinto-me um cidadão juiz-forense, antes mesmo de o ser.
 
 
7. Você acredita que hoje, com todo o acesso à informação, é mais fácil tornar-se um pintor autodidata? Ou, justamente por tanto acesso à informação, seria mais difícil tornar-se pintor?
Hoje, ontem e amanhã, feliz o pintor que é autodidata. O pintor nasce pronto, só precisa ter a maturidade do cidadão para ser excêntrico e poder pintar. Todo pintor é grande, pois a pintura é a mais bela das artes, a mais importante. Por quê? Porque é a única que consegue plasmar a vida nela mesma, e o que vale na arte é se tem vida. Uma boa pintura tem a vida, viva e dinâmica, a vida que jamais morre.
 
 
8. Falemos um pouco da Fundação Oscar Araripe. Como ela atua?
A nossa é uma fundação de artista. Põe a arte em primeiro lugar. Acredita que a Liberdade deve e pode ser uma questão estética, pois não existe beleza na miséria e todo belo é livre. Como a Liberdade, a Beleza é indizível e somente reconhecida quando vivida, acreditamos nisso. Não há Arte injusta, nem Justiça sem arte. Procuramos viver a arte e a cultura e distribuí-la como podemos. É muito difícil, no entanto, manter viva uma fundação cultural como a nossa. Mas, graças ao esforço e a dedicação de muitos, capitaneados por minha amada esposa Cidinha de Alencar Araripe, temos realizados grandes eventos, boas publicações, lindos saraus... vamos nos cumprindo.
 
 
9. Você foi exilado três vezes, foi militante da Ação Popular. A crise das instituições políticas brasileiras tem gerado um grande sentimento de desamparo e desesperança entre a população. Como enxerga este momento histórico?
Acho um horror, um pesadelo, um retrocesso. Mas, eu pinto para que tudo vire pintura. De modo que creio que o Brasil vai sair destas trevas mais iluminado, melhor. Que as cores vivas da minha pintura se prestem para ajudar a iluminar o nosso país, é o que desejo, e luto. Minha palavra-de-ordem é: animem-se!
Página 4
 
10. Em uma entrevista ao Eder Fonseca, do Panorama Mercantil, no ano passado, você disse que “o mundo do futuro será de jardineiros e poetas, ou então não será”. A contemplação ainda tem lugar neste mundo mecanizado e informatizado?
Mais que nunca a contemplação é necessária, vital. Sim, creio que o futuro do Homem é cuidar do planeta. Status é ter e cuidar de um jardim. A poesia há de acabar com as crises oriundas do dinheiro e do trabalho pago. Sonho com o tempo da Liberdade, com o fim do dinheiro e do trabalho pago. E sonhos são realidades. É preciso entender que “este” homem não é o Homem. O Homem, com letra maiúscula, encerra muitos homens. Eu aposto no poeta e no jardineiro.
A arte é a mãe de todas as vidas.
 
Em tempo: recebi do premiado e renomado crítico de arte Jacob Klintowitz esta simpática e generosa mensagem: ""A entrevista é tão boa que ser citado nela é uma honra. A sua coragem em ser poeta é quase inacreditável, só acreditamos porque a lemos, pois você defende o indefensável, o mundo sem dinheiro, o trabalho por prazer, a significação pela essência, o aprendizado pelas pedras (isto a Yourcenar teria adorado, pois escreveu quase isto sobre Callois), o Murilo Mendes como o exilado de luvas brancas.A verdade verdadeira, para imitar o teu ritmo verbal, é que amei a sua entrevista. Aliás, estou com o "Poliedro", de Murilo Mendes, com a belíssima capa do mineiro Israel Pedrosa, aqui ao meu lado. De certa maneira, devo estar louco, pois tenho como livro de cabeceira, sentindo o que sentirei por cada um a qualquer momento, cerca de 70 ou 80 livros. Não exagero, são os meus amigos. Volto a você, meu caro. Que entrevista belíssima, lírica, intrépida, emocionante. O meu papel nela é pequena, como deveria mesmo ser, mas é imenso para mim. Você fez questão de lembrar de mim.Oscar, você é um enigma que felizmente nunca desvendarei por inteiro."
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